“E o que seria de mim se não fossem as loucuras do sonhar?
Do poder imaginar,
Do voar sem correr riscos de desabar,
De ir e vir aonde eu bem entender – sem ter que me explicar, sem bater na porta para saber se posso ou não entrar.
E o que seria de mim se não fosse o louco que habita em mim?
Que este louco seja sempre mais que a minha doce metade,
Que minha porção santa e sem idade.
Camille! Camille! Cadê você?”