Porque no teu corpo eu quero poder não só pensar, mas me deixar embalar e banhar pelos desejos mais sórdidos, mais baixos, mais vagos que o ser humano possa ter. Mas quero senti-lo livre de qualquer hipocrisia que a sociedade podre me impõe. E se alguém se importar com isso, vá à merda; cuide da sua vida e vá viver as suas mesquinharias, a sua vidinha fútil, sem emoções, sem se arriscar, sem se permitir, onde nada se pode, onde nada se vive.
Me deixe livre, me deixe viver… esqueça-me, e com seu esquecimento, a minha liberdade.