O verdadeiro problema não é lidar com pessoas explosivas — que acabam se revelando na intensidade do momento. O maior risco está no tipo “Judas”: aquele que não grita, não se expõe, mas te abraça, te beija, sorri e finge lealdade, enquanto esconde suas intenções.
A falsidade silenciosa machuca mais do que a verdade dita no impulso.
Prefiro mil vezes a sinceridade crua de quem mostra quem é do que a traição disfarçada de carinho.