IMAGINE você com a liberdade do voar de uma borboleta, onde você pode ir e vir, sentir o vento, os raios de sol, a chuva fresca quando cai, ir passando de flor em flor… sentindo o perfume único de cada uma.
SEJA sempre consciente que você um dia já foi uma lagarta. E lá de baixo via muitas outras borboletas. Lá embaixo — concordo — as coisas eram mais duras e pesadas: tinham as pedras, os espinhos. E você sabia que estava em constante mudança para poder alçar voo.
VIVA, então, o seu hoje com a união dessas duas experiências: o penar lá embaixo para voar aqui em cima. Mas nunca esqueça quem você foi e como chegou a ser o que é.
PRATIQUE sempre o “quem você foi”, pois lá sim está a sua verdadeira essência, as suas qualidades mais puras, os dons que Deus te deu.
SURPREENDA a todos tendo a beleza da borboleta, a leveza, a oportunidade de estar aqui, ali e acolá, mas com a humildade de quem rastejou, a simplicidade de quem era limitada.
INVENTE mil formas de poder mostrar a todos que, em qualquer fase das nossas transformações, corremos riscos, podemos cair, mas não podemos nunca desistir de alcançá-las.
TRANSFORME tudo isso — toda essa experiência de um dia lagarta e hoje borboleta — em uma lição de vida. Onde você possa mostrar a seus filhos, família, amigos, conhecidos e desconhecidos que a nossa vida é e será uma eterna metamorfose ambulante, como já disse Raul Seixas.
Mas não esqueça nunca: muitas lagartas não conseguiram fazer seu casulo, não conseguiram cumprir o ciclo. Assim como muitas borboletas não eclodiram e, muitas, após o primeiro voo, foram devoradas por seus inimigos.
Imagine… Seja… Viva… Pratique… Surpreenda… Invente… Transforme.