Minha intuição nunca se calou.
Ela sempre esteve ali — clara, sutil, insistente.
O que falhou, muitas vezes, foi a minha coragem de escutar.
Foi a minha tendência de duvidar, de racionalizar demais,
de ignorar aquele aviso silencioso que vinha de dentro.
A intuição não grita.
Ela sussurra.
E quase sempre acerta.
Não é ela que me abandona —
sou eu que, por medo, insegurança ou expectativa,
escolho não acreditar.
Aprender a confiar na própria intuição é aprender a confiar em si mesmo.
E talvez esse seja um dos maiores atos de maturidade que existem.