NOTA 59

 

 

Tem gente que vive exigindo consideração como se isso fosse um direito automático. Como se bastasse cobrar para que ela existisse. Mas a verdade é simples: consideração não se impõe, não se exige — se conquista.

Ela nasce das atitudes, do respeito, do cuidado e da presença ao longo do tempo. É construída nos pequenos gestos, na forma como alguém se importa, lembra, valoriza e demonstra que o outro realmente tem importância.

O curioso é observar que, muitas vezes, quem mais cobra consideração é justamente quem nunca teve tempo, nunca demonstrou cuidado e nunca fez questão de estar presente. Pessoas que, de repente, passam a querer ser tratadas como prioridade sem nunca terem agido como tal.

Consideração não é discurso — é prática.
É respeito, é atenção, é verdade nas atitudes.

Quem só aparece quando precisa, na maioria das vezes, não quer consideração: quer conveniência.

E a conveniência tem uma característica muito clara: ela dura apenas enquanto é útil. Quando deixa de servir, desaparece tão rápido quanto apareceu.

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