MATE O MEU AMOR

 

 

Como posso te sentir tão longe, mas tão perto também?
De amor não vou falar — eu não posso suplicar!

Estamos machucados, e as cicatrizes são recentes.
Nos iludimos em longos papos e muita diversão.
E, de vez em quando, ele se torna o alvo do nosso assunto: o amor.
Ele ainda tem força, mas não podemos mais nos machucar.
Já não sabemos mais lidar com esta situação.
Não sabemos discernir razão de emoção, paixão ou ilusão.

O coração pulsa de tal maneira que não sabemos controlar nossos atos…
nossos beijos… nosso acalentar… nosso amar…

Se não me quer, por que luto para ter você perto de mim?
Se não te quero, por que preservo este sentimento sincero?
Se meu eu é seu, eu estou morto — não vivo mais a minha vida.

Continue a viver a sua vida, mesmo sabendo que estou nela.
Mas isso nada muda: me abandone, me anule, mate-me…

Deixe-me aqui, onde, com o tempo, o que era belo e puro
se encarrega de ir acabando, morrendo — e, com isso, me libertando.

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