Tem gente que exige um lugar de prioridade na sua vida, mas entrega um tratamento de opção — sem esforço, sem presença, sem consideração.
Quer ser escolhida, mas nunca escolhe de verdade. E o mais curioso é que, quando recebe exatamente aquilo que sempre ofereceu, ainda se faz de vítima, como se coerência fosse crueldade.
No fim, não é sobre falta de entendimento, e sim sobre falta de responsabilidade com o que planta — e depois não quer colher.