No abraço do amigo, quero o prazer que a água tem…
No filme não revelado, o conforto do não visto…
Nas mãos de um coração, as algemas da ilusão…
No luar esquecido, o aconchego acolhido…
Na fumaça do imenso, o desenho do pingo…
No lavar do rosto, o toque da pele…
Na liberdade do sol, a imensidão do oceano…
No vento, o olhar…
No colo, o trilhar…
No doce, o acalentar de um coração arrancado,
balançado, estraçalhado, mas recuperado e sempre cuidado…
Por você, que é um ser apaixonado — meu ser alado.