Você não me dá sossego, aconchego; me assanha, me pega e me puxa, me beija, abraça, me enrosca… entrelaça suas pernas às minhas, me aperta, me quer, me deseja…
Me chama, proclama, reclama…
Me enrosco em seus braços, brigo com o sono, com a preguiça de quem te quer…
É manha do menino moço, do homem bondoso, quem sabe do velho fogoso.
Me chama, me puxa, me chupa e me ama.