Acredito em sentimentos. Sentimentos puros e imaturos, e quem sabe até nos maduros.
Talvez nossa idade, tão experiente e aparente, ainda procure, ofegante, respostas obscuras para alguns sentimentos que não definimos. Sentimentos que não sabemos como são, que não sabemos como dominar e até como lidar ou conviver com eles.
Achamos que dominamos. Mas, quando nos deparamos frente a frente com este gigante, nos vimos crianças, indefesas, imaturas. E em choro nos transformamos em meros mortais: que não sabem o que sentem, ou como sentem, mas que se amam, que sentem e, de uma forma até inocente, não entendem isso.