Hoje, lendo um texto que falava sobre “fazer amor” e “fazer sexo” — assunto bom, né, de se pensar, de se fazer e de se divagar! —, lembrei de uma amiga com o “negão” no show do Monobloco. Não sei se aquilo seria amor, e muito menos sexo; aquilo seria um TSUNAMI!
Antes de falar, ou melhor, escrever algo, fui pesquisar. Éééé… Camaleão, apesar de louco, é cultura. Não sai aí escrevendo qualquer asneira; é asneira selecionada! Hahahaha.
Fui pesquisar. DEFINIÇÃO DE FAZER AMOR: Não existe. Mas AMOR define-se assim: pode significar afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc. (Wikipédia)
Então concluo que meus pensamentos estão certos — pelo menos para mim. AMOR não foi criado para se fazer, mas sim para se sentir, se cultivar, se curtir…
Outra pesquisa. DEFINIÇÃO PARA FAZER SEXO: No Wikipédia não tinha nada, mas um novo estudo feito pelo “The Kinsey Institute”, nos EUA, foi curioso: nem todos os participantes da pesquisa concordaram que penetração vaginal é considerada “fazer sexo”; não concordaram que sexo anal fosse considerado sexo; e três pessoas falaram “não” para sexo oral, assim como metade dos participantes sobre masturbação ser considerada “fazer sexo”. E poucas pessoas concordaram que penetração vaginal sem ejaculação masculina poderia significar “fazer sexo”.
Depois de tanta divagação sobre FAZER SEXO, prefiro só fazer e não me prender à definição. Prefiro o ato em si. Mas vou continuar discordando do meu amigo rotulador: AMOR se constrói, se cuida, se curte, se cultiva…
E SEXO? Ahhhhhhh, sexo… Não sejamos hipócritas. Somos ANIMAIS, e animais COPULAM SIM, FAZEM SEXO!!!!!!!!