Não aguento mais essa loucura que sinto. Hoje, quando fui te fazer uma visita, um calor subiu pelo meu corpo. Eu ali pertinho de você, sem poder te tocar, e você todo sério no seu serviço.
Minhas ideias foram a mil, e minha vontade era entrar, te agarrar pela nuca e te beijar, saborear a tua língua com a minha e sentir o teu calor.
Neste enrosco, tirar a tua roupa e espalhar por todo lugar — jogar para cá e para lá, me livrar de calça, camisa, terno, meias e sapatos. E quando você estiver só de cuecas, te admirar e olhar esses pelos loiros pedindo o meu corpo junto ao teu.
Atirar-me em teus braços e, nesta confusão, não definir se somos um ou dois. Nossas mãos se cruzam enquanto exploramos o corpo um do outro, e com dois movimentos te deixo nu, sentindo seu corpo todo colado ao meu: seu peito, seu abdômen, suas coxas, me aconchegando em seu bumbum. Aliás, que lugar lindo, forrado com pelos cor de ouro, que me deixam fora de mim e excitadíssimo.
Colados, nossos corpos falam uma única língua: a língua do amor, do desejo e do prazer. Ah, se pudesse, engoliria a tua boca e aos poucos ia saborear o teu gosto.
Assim… sendo um em dois, te sinto como um todo — por dentro, no coração — e chego ao mais puro prazer de satisfação, de pulsação descompassada, e em urros me fazes gozar e te amar.
Assim te amo: como um animal ávido por sexo, como um coração alimentado pelo amor, como um homem que quer você sempre ao meu lado.
Assim te amo, de forma simples, sincera, direta e única.