O AMOR QUE ME ESCOLHEU

 

 

Quando escolhi alguém para amar, não me enganei, não. Sei que não fui eu quem escolheu — foi meu coração, foi minha pele, minha boca, meus olhos, minha alma.

Traçamos mil perfis da pessoa ideal e, quando menos esperamos, estamos envolvidos com alguém que não se encaixa nos nossos padrões predeterminados.

Quando dizemos como queremos o nosso companheiro ou companheira, estamos falando, falando ao vento. E lá dentro, nosso coração e nossa alma devem rir e pensar que, quando menos esperarmos, eles vão escolher outro coração, outra alma.

O amor que expressamos pela boca cria artimanhas, situações; obedece à razão.

O amor do nosso eu é puro: apenas vive e não se entrega à razão — é pura emoção.

O amor do nosso eu aceita pessoas que nossa razão jurava nunca se envolver.

O amor do nosso eu é escolhido pelos olhos que brilham, pelo cheiro da pele, pelo sorriso sincero.

O amor do nosso eu — que um dia pode até ser eu — é aquele alguém que vai te completar, que vai te dar nó na garganta, palpitação no coração e confusão. Que te deixa sem voz, sem ação e sem reação.

O amor do nosso eu é puro, é sincero, é simples, é apenas O AMOR!

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