Obrigado…
Obrigado…
Obrigado…
Loucuras sei que fiz
para sustentar um coração de anis.
Ele já chorou
lágrimas como um chafariz,
mas revigora o seu matiz
numa linda tarde gris.
Quanto às loucuras que fiz,
alimentam meu peito infeliz.
É curioso como um aprendiz:
ele grita e diz:
“Eu te amo, feliz…”