TE GUARDO

O poema “Te Guardo” descreve, de forma intensa e visceral, a dinâmica completa de um relacionamento amoroso e passionais, desde o conflito e a posse até o cuidado e a união final. Ele traça uma jornada que vai da turbulência à ternura, culminando em um desejo de posse protetora e união total.
“Te Guardo” é um poema sobre a complexidade do amor, que pode conter tanto a violência passionais quanto a suavidade do cuidado. Ele narra a evolução de um sentimento que começa na posse agressiva e termina em uma posse protetora e dedicada. A palavra “guardar” deixa de ser sobre aprisionar e passa a significar proteger, manter seguro e próximo, fechando o ciclo de uma relação intensa que encontra seu repouso na união completa.
ESCOLHAS

O texto aborda a inevitabilidade e a importância das escolhas na jornada humana, desde o nascimento. A mensagem central é que somos constantemente obrigados a escolher, e fugir disso é ser injusto consigo mesmo.
O texto é um lembrete solene de que, embora possamos buscar orientação, a autonomia e a responsabilidade sobre nosso caminho são inteiramente nossas.
Mensagem final: Você é o único autor de suas escolhas e, portanto, o único responsável pelos resultados que colherá delas. Escolha com sabedoria.
PELE BRANCA

O poema “Pele Branca” é uma celebração da beleza etérea, da intimidade física e da conexão espiritual com a pessoa amada. A pele branca da amada, comparada à luz da lua, serve como metáfora central para uma pureza quase divina que inspira tanto reverência quanto desejo passionais.
A LÍNGUA DO CAMALEÃO

O texto reflete sobre como a língua (o órgão físico) pode exercer um fascínio quase fetichista em algumas pessoas. O narrador relata uma situação inusitada em que, durante uma conversa ou risada, alguém fica observando sua língua com atenção — e, mais tarde, numa balada, essa pessoa chega e pede para vê-la de perto, de forma direta e até intimista.
A partir desse episódio, o texto brinca com a ambiguidade da palavra “língua” (que pode ser tanto o idioma quanto o órgão) e faz uma associação poética com o camaleão — animal que usa a língua de maneira rápida, surpreendente e quase mística.
TALVEZ POR MEDO… É SÓ PENSAR EM VOCÊ

O texto explora o poder avassalador e inevitável que o pensamento em uma pessoa amada tem sobre o estado emocional do eu lírico. É uma reflexão sobre como essa lembrança, mesmo sendo associada a medo e dor passada, é irresistível e capaz de transformar completamente a percepção do dia, dos sentimentos e das expectativas.
O texto captura a dualidade de um amor intenso: é uma força aterradora e dolorosa, mas também vital e transformadora. O eu lírico entende que não pode controlar o surgimento desses sentimentos, então decide abraçá-los, na esperança de que a beleza e a alegria superem a dor. É um retrato da vulnerabilidade e do poder inevitável que uma pessoa pode ter sobre nossa paisagem emocional.
E AGORA? VAI?

O texto relata a experiência do autor em um chá-bar (chá de panela focado em itens para bar e bebidas) de uma amiga que vai casar.
A festa é descrita como um evento perfeito e muito organizado: todos com camisetas personalizadas com a frase “AGORA VAI”, indicando torcida pelo sucesso do casamento, com muita alegria, comida e bebida.
O texto é uma crônica que mistura a descrição de um evento social com reflexões pessoais sobre relacionamentos, reencontros inesperados, a esperança por um amor que “desta vez vai” e as ironias e pressões sociais que cercam a instituição do casamento.
E A ALICE, HEIN?

O texto é uma reflexão metafórica onde o autor se compara à Alice, mas em vez de cair no buraco do coelho, ele encontra seu próprio “País das Maravilhas” na escrita e na criação de textos.
O autor celebra ter encontrado seu próprio refúgio criativo – a escrita – onde pode viver aventuras, ser livre e expressar sua verdade mais pura. Ele conclui entusiasmado: “OBA! EU TENHO UM PAÍS DAS MARAVILHAS!”.
BRINCANDO DE NOVO

O texto é um apelo emocional, escrito na perspectiva de dois personagens (Pá e Lito), que representam brinquedos ou livros, para incentivar a doação de brinquedos, gibis e livros usados para crianças carentes no Natal de 2009.
Principais pontos:
Personificação: Os objetos (um brinquedo e um livro, ou dois brinquedos) “falam” diretamente com o leitor, criando uma conexão afetiva.
Chamado à ação: Pede que pessoas que não usam mais seus brinquedos, gibis ou livros (guardados, empoeirados ou amontoados) os doem.
Foco no Natal: A campanha aproveita o espírito natalino para incentivar a doação, transformando-a em um presente que tornaria o Natal de uma criança “especial”.
Apelo emocional: A mensagem final reforça que a doação deve ser feita “de coração”, destacando o gesto de solidariedade e não apenas o ato de se desfazer de algo.
Objetivo da campanha: Incentivar a comunidade a doar brinquedos, gibis e livros usados (mas em bom estado) para crianças carentes, dando a esses objetos uma chance de serem usados novamente (“brincando de novo”) e levando alegria no Natal.
EU PROMETO SER FIEL. PROMETO?

Uma reflexão sobre infidelidade e monogamia a partir de um estímulo externo (artigo), questionando se a fidelidade é possível num mundo com múltiplos modelos de relacionamento e se o “amor verdadeiro” ainda é viável.
JANELAS DA MINHA ALMA – MAHARA DICKSON

O poema explora a fascinante complexidade e dualidade de uma mulher, capturada através do olhar do eu lírico. Ele descreve a perplexidade diante de uma personalidade que é uma mistura de maturidade e inocência, razão e dúvida, silêncio eloqüente e fala cativante, que desafia a compreensão plena.
O poema é um tributo à natureza multifacetada e intrigante de uma pessoa. Ele celebra o mistério de uma personalidade que não pode ser facilmente categorizada, cuja força reside justamente na sua dualidade e na sua capacidade de comunicar-se tanto pelo silêncio quanto pela palavra. A resposta final do observador não é a análise, mas a pura e simples admiração.