#NOMEUCONSULTORIO 69 – A “SAFADEZA” VIROU DESCULPA PARA RESGATE DE OUTRAS ENCARNAÇÕES?

Uma mulher chamada Marina se envolveu com um homem que, mesmo assumindo o relacionamento publicamente, mantém outros envolvimentos (um “rolo” e encontros com prostitutas), justificando-se com argumentos como “karma” e “evolução espiritual”.
O conselho dado é que Marina deve terminar o relacionamento, pois ele a desrespeita e a impede de ser feliz. Ela é lembrada de seu valor — é inteligente, independente e merece algo melhor — e incentivada a amar a si mesma primeiro, libertando-se dessa situação que só a prejudica emocional e espiritualmente.
#NOMEUCONSULTORIO 68 – VOCÊ SERIA VOCÊ MESMO COM TODA A SUA ESSÊNCIA APARENTE? SE EU FOSSE EU… NÃO SEI

O autor relata que Felipe, após anos evitando a si mesmo, se deparou com sua própria imagem refletida — o que representa a hora de enfrentar o maior inimigo: ele mesmo. Essa batalha interna é inevitável e não tem fim, apenas um começo. Quem a adia apenas prolonga o sofrimento.
Felipe inicialmente tentou desistir, mas começou a enfrentar-se e já percebe mudanças sutis, como “grãos de mostarda” que, uma vez movidos, tornam o processo mais leve. Ele chegou a se reconhecer como “mau” no sentido de ser centrado apenas em si, um passo difícil, porém crucial.
A mensagem central é que evoluir exige encarar a própria essência, com todas as verdades escondidas. Assumir quem se é — por mais assustador que seja — é o único caminho para deixar de viver de aparências e começar a se “polir”. Quem foge dessa batalha permanece estagnado e sofre mais no longo prazo.
O texto encerra com um convite reflexivo: “Você é o que você vê e critica nas outras pessoas”, sugerindo que o autoconhecimento começa ao reconhecer no outro os próprios traços que se evita enxergar em si.
#NOMEUCONSULTORIO 67 – SABE QUANDO VOCÊ NÃO QUER NINGUÉM, QUANDO VOCÊ SE BASTA E ESTÁ FELIZ SOLTEIRO? ENTÃO, É UM ESTADO DE GRAÇA, ATÉ QUE APARECE ALGUÉM PARA BAGUNÇAR TUDO ISSO, E A PESSOA NEM SE ENCAIXA NAS SUAS PERSPECTIVAS, ENTÃO, ESSE CARA É O #FULANODETAL.

O ápice da solteirice não é a carência, mas a plenitude conquistada. É quando você se basta, se ama e está realizado sozinho. É o “ponto G” do amor-próprio.
Só que, ironicamente, é justamente nesse estado de completa autossuficiência que o coração pode “aprontar” de forma mais intensa e genuína. Quando aparece alguém que causa aquele choque químico, aquele frio na barriga que não se ignora, não é um sinal de fraqueza, mas de força.
É o corpo e a alma sinalizando algo qualitativamente diferente. Quem está pleno sozinho não busca alguém por necessidade, mas por escolha. A beleza está em se arriscar sem a pressão da eternidade, vivendo um amor “enquanto durar”, com a segurança de que, se acabar, você não perde seu valor — porque já era completo antes.
É o momento de maior poder para amar: quando você realmente não precisa, mas pode querer.
#NOMEUCONSULTORIO 66 – ISMAEL SÓ QUER UMA CHANCE DE SER E FAZER ALGUÉM FELIZ

Um amigo, Ismael, está apaixonado pelo “amigo” Fred, que o procura apenas quando precisa de apoio emocional, mas não corresponde aos sentimentos de Ismael. O conselho dado é que Ismael seja sincero e exponha seus sentimentos, mesmo arriscando a rejeição ou o afastamento, pois isso pode libertá-lo de uma paixão platônica ou abrir caminho para um relacionamento.
A análise sugere que Fred pode usar carência e medo como desculpas para manter uma relação cômoda, sem compromisso, enquanto Ismael busca algo verdadeiro. A mensagem final enfatiza: amar a si mesmo primeiro, colocar as cartas na mesa e, se não der certo, afastar-se para guardar seu amor para quem realmente o mereça.
#NOMEUCONSULTORIO 65 – MAS E QUANTO AOS QUE FORAM APENAS SEXO POR SEXO? PODEMOS SER AMIGOS?

Este texto, escrito em um tom de conversa íntima e reflexiva, aborda a complexa questão de manter ou não contato após um relacionamento ou encontro sexual.
Eis um resumo dos principais pontos e argumentos:
Tese Central: O autor é favorável a manter contato e uma possível amizade pós-relação, desde que o término tenha sido pacífico e sem grandes traumas. Ele acredita que a afinidade que levou ao encontro inicial pode se transformar em algo positivo, mesmo que não seja mais romântico.
Argumentos a Favor do Contato:
Afinidade Preexistente: Se houve atração ou conexão, essa base pode sustentar uma amizade.
Intimidade e História Compartilhada: O conhecimento profundo que as pessoas adquirem em um relacionamento pode ser a base de uma amizade forte e compreensiva.
Oportunidade de Recomeço (para alguns casos): Em situações de “sexo por sexo”, se foi bom, o contato pode levar a novos encontros casuais sem compromisso (o que ele chama de P.A. ou C.A.).
Reconhecimento das Complexidades e Obstáculos:
O Outro Lado Nem Sempre Quer: Muitas pessoas (como os ex do autor) não desejam amizade, usando frases como “Se ex fosse bom, seria atual”.
Comportamentos Ambíguos: O texto aponta a contradição de quem corta o contato direto mas continua seguindo a vida do outro nas redes sociais, sugerindo que pode haver sentimentos mal resolvidos ou uma “defesa” contra algo que ainda dói.
Descarte e Frieza: Reconhece que o mundo não é só emoção; muitas pessoas são “calculistas” e veem os outros como “descartáveis”.
Conselho Pragmático (para encontros casuais): Para os casos de “apenas sexo”, a recomendação é clara: mantenha contato apenas se o sexo foi realmente bom. Para os ruins, a sugestão é deletar e seguir em frente.
Conclusão Reflexiva: O texto não dá uma resposta única, mas convida à reflexão. Cada caso é um caso, e a decisão depende dos sentimentos de ambos os lados. O autor admite seu próprio viés romântico e “coração mole”, enquanto reconhece que nem todos funcionam dessa forma.
Em essência, o texto explora o desejo humano de preservar conexões valiosas, mesmo após mudanças na sua natureza, ao mesmo tempo que reconhece, com humor e realismo, as defesas emocionais e a complexidade dos sentimentos que tornam essa preservação tão desafiadora.
#NOMEUCONSULTORIO 64 – CHUPA PAU E NÃO QUER GUARDAR OS SAPATOS DENTRO DO ARMÁRIO POR CAUSA DE BACTÉRIAS

O autor relata que sua cliente, Daniela, tem uma “neurose” com a higiene de seus sapatos, recusando-se a guardá-los no guarda-roupa. Ele contrapõe essa aversão com um questionamento humorado, porém incisivo: se ela não higieniza os genitais (“paus”) que coloca na boca, por que tanta preocupação com os sapatos?
A partir dessa anedota, o texto desenvolve a seguinte tese:
Critica a Hipocrisia: Muitas pessoas têm “nojinho” seletivo (como com sapatos), mas ignoram completamente a higiene na hora do sexo oral.
Defende a Higiene Básica como Obrigatória: O autor defende que é perfeitamente razoável exigir que os genitais (“o parque”) estejam limpos e com seu “cheiro e gosto específicos” (não de sujeira) para qualquer atividade sexual.
Normaliza o Prazer com Consciência: Ele argumenta que, quando bem cuidados, os genitais têm seu próprio cheiro e sabor, e que práticas como o beijo grego não são “nojentos” quando a higiene é feita.
Encoraja a Assertividade: O texto apoia a atitude de recusar relações sexuais se a higiene do parceiro não estiver adequada, citando o exemplo de um amigo que mandou um homem embora por esse motivo.
A conclusão é um chamado ao bom senso: as pessoas deveriam aplicar o mesmo rigor de higiene que têm com objetos às partes do corpo que realmente colocam na boca durante o sexo. O tom é irreverente, direto e usa o humor para transmitir um conselho prático sobre saúde e consentimento.
#NOMEUCONSULTORIO 63 – APESAR DE ELE SER MUITO CONVICTO EM MUDANÇAS, ANDA SE QUESTIONANDO QUANTO A ALGUMAS, MAS TUDO MUDA

Este é um texto motivacional e autobiográfico onde o autor, Salum, defende a mudança constante como um propósito de vida.
A mudança é uma escolha contínua e necessária para a evolução pessoal. O autor refuta a ideia de que há uma idade certa para mudar, usando sua própria vida como exemplo de que “quem quer, muda” em qualquer fase.
#NOMEUCONSULTORIO 62 – QUANDO VOCÊ SE SENTE ALIVIADO É SINAL DO CORAÇÃO DE QUE FEZ E DISSE O QUE SENTE, SEM MEDO DE SE EXPOR, APENAS… VIVENDO.

Este é um texto profundo e reflexivo. Aqui está um resumo estruturado da resposta do Salum:
O texto discute o alívio que se sente após uma discussão em um relacionamento, quando se esgotaram todas as tentativas de diálogo. A ideia central é que esse alívio é um sinal positivo, e o autor faz um trocadilho para contrastá-lo com estar “ali viado” (isto é, enganado ou cego à situação). A conclusão é um conselho: vá dormir aliviado com a certeza de ter feito sua parte. O alívio é a recompensa por ter vivido e lutado intensamente, sem poupar seus sentimentos.
#NOMEUCONSULTORIO 61 – SALUM, CONHECI ALGUÉM E ACHO QUE ESTOU APAIXONADO, DIZ ELE SAINDO DA SALA

Este é um perfil psicológico profundo e sensível sobre Michel, um homem de 39 anos que está enfrentando uma crise existencial após um término de relacionamento traumático.
Aqui está um resumo da análise:
Quem era Michel (antes da queda):
Uma pessoa intensa, destemida e sem orgulho, que sempre viveu os amores e desejos de forma plena.
Um “namorador” serial, que raramente ficava solteiro e preferia estar em um relacionamento.
Entregava-se aos relacionamentos como se fossem o último, sem medo de se declarar ou correr atrás do que queria.
O Evento Traumático:
Ele se apaixonou profundamente e acreditou ter encontrado o “amor para sempre”, mas foi traído e profundamente machucado (a “bicha truqueira”).
Pela primeira vez, ele caiu em um luto profundo, chegando a acreditar que a culpa era dele.
Quem Michel é hoje (o impacto):
Com medo e blindado: Ele criou uma “casca grossa e densa” para se proteger, afastando inconscientemente novas possibilidades de amor.
Em negação e luto: Ele diz que está bem e focado em outras coisas, mas suas ações mostram que ainda está se recuperando do trauma há seis meses.
Perda da coragem: O homem destemido que corria atrás do que queria agora evita riscos reais, buscando relacionamentos “confortáveis” e de baixo comprometimento (como com pessoas que moram fora).
Paralisia emocional: Ele até tentou resgatar um amor antigo, mas não teve a coragem de se declarar como faria no passado.
A Conclusão e o Fio de Esperança:
O texto conclui que Michel, assim como muitas pessoas, precisa de tempo para cicatrizar feridas tão profundas.
Apesar da blindagem atual, a análise termina com um lampejo de esperança: o próprio Michel anuncia que conheceu alguém e pode estar se apaixonando, sugerindo que as portas do seu coração estão começando a se abrir novamente.
Em resumo: A história é um retrato comovente de como um coração destemido pode ser paralisado pelo medo após uma grande decepção amorosa, e uma reflexão sobre a necessidade do tempo próprio para se curar e, quem sabe, se permitir amar novamente.
#NOMEUCONSULTORIO 60 – TRANSAR COM ALGUÉM PENSANDO EM OUTRA PESSOA? PODE?

Este texto é uma reflexão descontraída e franca sobre sexualidade, liberdade e relacionamentos, a partir de uma pergunta provocadora. Aqui está o resumo estruturado:
1. O contexto:
Giovanna, uma pessoa tímida, faz uma pergunta constrangedora ao autor: “É certo transar com alguém pensando em outra pessoa?”.
2. A postura do autor:
Ele assume uma posição liberal, defendendo que o sexo deve ser livre, desde que haja consentimento.
Compara a situação com a masturbação, um ato solo onde a liberdade de pensamento é total.
3. A análise do problema:
Pensar em outra pessoa durante o sexo pode ser um sintoma de que o parceiro atual não está despertando o tesão necessário para o gozo.
É um sinal de que falta “pimenta” e inovação na relação sexual.
4. A solução proposta:
O autor defende que a solução está em três regras básicas para o sexo em casal:
Diálogo franco e verdadeiro.
Não se ofender com a sinceridade do outro.
Se permitir experimentar coisas novas.
A rotina sexual (“sexo papai e mamãe”) é apontada como a grande vilã que leva à falta de interesse e aos pensamentos em terceiros.
5. A conclusão principal:
O cerne da questão não é a “moralidade” de pensar em outra pessoa, mas sim o sinal de que algo falta na relação atual.
A solução é conversar abertamente, inovar na cama e quebrar a rotina para reacender o desejo dentro do próprio relacionamento.
Em última análise, o texto é um defesa da liberdade sexual e da comunicação aberta como pilares para uma vida sexual satisfatória e sem culpas.