#NOMEUCONSULTORIO 66 – ISMAEL SÓ QUER UMA CHANCE DE SER E FAZER ALGUÉM FELIZ

Um amigo, Ismael, está apaixonado pelo “amigo” Fred, que o procura apenas quando precisa de apoio emocional, mas não corresponde aos sentimentos de Ismael. O conselho dado é que Ismael seja sincero e exponha seus sentimentos, mesmo arriscando a rejeição ou o afastamento, pois isso pode libertá-lo de uma paixão platônica ou abrir caminho para um relacionamento.

A análise sugere que Fred pode usar carência e medo como desculpas para manter uma relação cômoda, sem compromisso, enquanto Ismael busca algo verdadeiro. A mensagem final enfatiza: amar a si mesmo primeiro, colocar as cartas na mesa e, se não der certo, afastar-se para guardar seu amor para quem realmente o mereça.

#NOMEUCONSULTORIO 65 – MAS E QUANTO AOS QUE FORAM APENAS SEXO POR SEXO? PODEMOS SER AMIGOS?

Este texto, escrito em um tom de conversa íntima e reflexiva, aborda a complexa questão de manter ou não contato após um relacionamento ou encontro sexual.

Eis um resumo dos principais pontos e argumentos:

Tese Central: O autor é favorável a manter contato e uma possível amizade pós-relação, desde que o término tenha sido pacífico e sem grandes traumas. Ele acredita que a afinidade que levou ao encontro inicial pode se transformar em algo positivo, mesmo que não seja mais romântico.

Argumentos a Favor do Contato:

Afinidade Preexistente: Se houve atração ou conexão, essa base pode sustentar uma amizade.

Intimidade e História Compartilhada: O conhecimento profundo que as pessoas adquirem em um relacionamento pode ser a base de uma amizade forte e compreensiva.

Oportunidade de Recomeço (para alguns casos): Em situações de “sexo por sexo”, se foi bom, o contato pode levar a novos encontros casuais sem compromisso (o que ele chama de P.A. ou C.A.).

Reconhecimento das Complexidades e Obstáculos:

O Outro Lado Nem Sempre Quer: Muitas pessoas (como os ex do autor) não desejam amizade, usando frases como “Se ex fosse bom, seria atual”.

Comportamentos Ambíguos: O texto aponta a contradição de quem corta o contato direto mas continua seguindo a vida do outro nas redes sociais, sugerindo que pode haver sentimentos mal resolvidos ou uma “defesa” contra algo que ainda dói.

Descarte e Frieza: Reconhece que o mundo não é só emoção; muitas pessoas são “calculistas” e veem os outros como “descartáveis”.

Conselho Pragmático (para encontros casuais): Para os casos de “apenas sexo”, a recomendação é clara: mantenha contato apenas se o sexo foi realmente bom. Para os ruins, a sugestão é deletar e seguir em frente.

Conclusão Reflexiva: O texto não dá uma resposta única, mas convida à reflexão. Cada caso é um caso, e a decisão depende dos sentimentos de ambos os lados. O autor admite seu próprio viés romântico e “coração mole”, enquanto reconhece que nem todos funcionam dessa forma.

Em essência, o texto explora o desejo humano de preservar conexões valiosas, mesmo após mudanças na sua natureza, ao mesmo tempo que reconhece, com humor e realismo, as defesas emocionais e a complexidade dos sentimentos que tornam essa preservação tão desafiadora.

#NOMEUCONSULTORIO 64 – CHUPA PAU E NÃO QUER GUARDAR OS SAPATOS DENTRO DO ARMÁRIO POR CAUSA DE BACTÉRIAS

O autor relata que sua cliente, Daniela, tem uma “neurose” com a higiene de seus sapatos, recusando-se a guardá-los no guarda-roupa. Ele contrapõe essa aversão com um questionamento humorado, porém incisivo: se ela não higieniza os genitais (“paus”) que coloca na boca, por que tanta preocupação com os sapatos?

A partir dessa anedota, o texto desenvolve a seguinte tese:

Critica a Hipocrisia: Muitas pessoas têm “nojinho” seletivo (como com sapatos), mas ignoram completamente a higiene na hora do sexo oral.

Defende a Higiene Básica como Obrigatória: O autor defende que é perfeitamente razoável exigir que os genitais (“o parque”) estejam limpos e com seu “cheiro e gosto específicos” (não de sujeira) para qualquer atividade sexual.

Normaliza o Prazer com Consciência: Ele argumenta que, quando bem cuidados, os genitais têm seu próprio cheiro e sabor, e que práticas como o beijo grego não são “nojentos” quando a higiene é feita.

Encoraja a Assertividade: O texto apoia a atitude de recusar relações sexuais se a higiene do parceiro não estiver adequada, citando o exemplo de um amigo que mandou um homem embora por esse motivo.

A conclusão é um chamado ao bom senso: as pessoas deveriam aplicar o mesmo rigor de higiene que têm com objetos às partes do corpo que realmente colocam na boca durante o sexo. O tom é irreverente, direto e usa o humor para transmitir um conselho prático sobre saúde e consentimento.

#NOMEUCONSULTORIO 62 – QUANDO VOCÊ SE SENTE ALIVIADO É SINAL DO CORAÇÃO DE QUE FEZ E DISSE O QUE SENTE, SEM MEDO DE SE EXPOR, APENAS… VIVENDO.

Este é um texto profundo e reflexivo. Aqui está um resumo estruturado da resposta do Salum:

O texto discute o alívio que se sente após uma discussão em um relacionamento, quando se esgotaram todas as tentativas de diálogo. A ideia central é que esse alívio é um sinal positivo, e o autor faz um trocadilho para contrastá-lo com estar “ali viado” (isto é, enganado ou cego à situação). A conclusão é um conselho: vá dormir aliviado com a certeza de ter feito sua parte. O alívio é a recompensa por ter vivido e lutado intensamente, sem poupar seus sentimentos.

#NOMEUCONSULTORIO 61 – SALUM, CONHECI ALGUÉM E ACHO QUE ESTOU APAIXONADO, DIZ ELE SAINDO DA SALA

Este é um perfil psicológico profundo e sensível sobre Michel, um homem de 39 anos que está enfrentando uma crise existencial após um término de relacionamento traumático.

Aqui está um resumo da análise:

Quem era Michel (antes da queda):

Uma pessoa intensa, destemida e sem orgulho, que sempre viveu os amores e desejos de forma plena.

Um “namorador” serial, que raramente ficava solteiro e preferia estar em um relacionamento.

Entregava-se aos relacionamentos como se fossem o último, sem medo de se declarar ou correr atrás do que queria.

O Evento Traumático:

Ele se apaixonou profundamente e acreditou ter encontrado o “amor para sempre”, mas foi traído e profundamente machucado (a “bicha truqueira”).

Pela primeira vez, ele caiu em um luto profundo, chegando a acreditar que a culpa era dele.

Quem Michel é hoje (o impacto):

Com medo e blindado: Ele criou uma “casca grossa e densa” para se proteger, afastando inconscientemente novas possibilidades de amor.

Em negação e luto: Ele diz que está bem e focado em outras coisas, mas suas ações mostram que ainda está se recuperando do trauma há seis meses.

Perda da coragem: O homem destemido que corria atrás do que queria agora evita riscos reais, buscando relacionamentos “confortáveis” e de baixo comprometimento (como com pessoas que moram fora).

Paralisia emocional: Ele até tentou resgatar um amor antigo, mas não teve a coragem de se declarar como faria no passado.

A Conclusão e o Fio de Esperança:

O texto conclui que Michel, assim como muitas pessoas, precisa de tempo para cicatrizar feridas tão profundas.

Apesar da blindagem atual, a análise termina com um lampejo de esperança: o próprio Michel anuncia que conheceu alguém e pode estar se apaixonando, sugerindo que as portas do seu coração estão começando a se abrir novamente.

Em resumo: A história é um retrato comovente de como um coração destemido pode ser paralisado pelo medo após uma grande decepção amorosa, e uma reflexão sobre a necessidade do tempo próprio para se curar e, quem sabe, se permitir amar novamente.

#NOMEUCONSULTORIO 60 – TRANSAR COM ALGUÉM PENSANDO EM OUTRA PESSOA? PODE?

Este texto é uma reflexão descontraída e franca sobre sexualidade, liberdade e relacionamentos, a partir de uma pergunta provocadora. Aqui está o resumo estruturado:

1. O contexto:

Giovanna, uma pessoa tímida, faz uma pergunta constrangedora ao autor: “É certo transar com alguém pensando em outra pessoa?”.

2. A postura do autor:

Ele assume uma posição liberal, defendendo que o sexo deve ser livre, desde que haja consentimento.

Compara a situação com a masturbação, um ato solo onde a liberdade de pensamento é total.

3. A análise do problema:

Pensar em outra pessoa durante o sexo pode ser um sintoma de que o parceiro atual não está despertando o tesão necessário para o gozo.

É um sinal de que falta “pimenta” e inovação na relação sexual.

4. A solução proposta:

O autor defende que a solução está em três regras básicas para o sexo em casal:

Diálogo franco e verdadeiro.

Não se ofender com a sinceridade do outro.

Se permitir experimentar coisas novas.

A rotina sexual (“sexo papai e mamãe”) é apontada como a grande vilã que leva à falta de interesse e aos pensamentos em terceiros.

5. A conclusão principal:

O cerne da questão não é a “moralidade” de pensar em outra pessoa, mas sim o sinal de que algo falta na relação atual.

A solução é conversar abertamente, inovar na cama e quebrar a rotina para reacender o desejo dentro do próprio relacionamento.

Em última análise, o texto é um defesa da liberdade sexual e da comunicação aberta como pilares para uma vida sexual satisfatória e sem culpas.

#NOMEUCONSULTORIO 59 – QUANDO O MACHO ALFA DOS ANOS 80 SE TORNA O “BOY” DO SÉCULO 21.

O texto narra a história de Samuel, um homem de 50 e poucos anos que, nos anos 80, era o estereótipo do “macho alfa” heterossexual, mas que na verdade sempre soube ser gay e vivia um personagem.
A trama central gira em torno do relacionamento secreto de Samuel com o Sr. S., um homem assumido. O problema é que Samuel mentiu sobre sua vida (dizendo ser casado) e não percebeu que o Sr. S. já o conhecia de longa data, inclusive através dos sobrinhos do próprio Samuel. Sua vida dupla foi descoberta.
A situação é complicada porque o Sr. S. é próximo da família de Samuel, evidenciando como a cidade é pequena e as aparências são frágeis. O texto termina destacando o impasse: Samuel não tem coragem de se assumir, e a relação só continua de forma esporádica quando o Sr. S. está solteiro. A história serve como um reflexão sobre as consequências de uma vida não autêntica e a difícil escolha entre a conveniência e a felicidade verdadeira.

#NOMEUCONSULTORIO 58 – CHEGA O SEU CASAMENTO E VOCÊ DESCOBRE QUE NUNCA TEVE ALGUNS AMIGOS.

O autor reflete sobre a natureza da amizade verdadeira a partir de um caso envolvendo seu amigo “Pedro”.
A Ideia Central: A verdadeira amizade é caracterizada pelo apoio incondicional, especialmente quando um amigo faz escolhas pessoais (como a escolha de um parceiro) com as quais podemos não concordar totalmente.
A mensagem final é que amigos de verdade respeitam as escolhas uns dos outros e desejam acima de tudo a felicidade mútua. Quem se afasta por não aprovar a pessoa amada pelo amigo demonstra que a amizade não era sólida. Pedro seguiu feliz ao lado de quem ama, sem aqueles “amigos”.
O texto termina com uma nota irônica, com o autor questionando os que duvidam de suas habilidades como “psicólogo” após dar esse conselho.

#NOMEUCONSULTORIO 57 – QUANDO A PESSOA FALA DEMAIS, ACABA COMENDO NO PRATO QUE CUSPIU. FALE MENOS, OUÇA MAIS E AJA MODERADAMENTE.

O narrador, Salum, recebe a visita de seu amigo Paulo, que está eufórico para relatar um romance intenso que viveu.

Paulo conta que conheceu um homem pelo Facebook e, mesmo desconfiado (já que não costuma se atrair por homens “malhados”), marcou de encontrá-lo em Porto Alegre. Para sua surpresa, a atração física e a “química” entre os dois foram instantâneas e avassaladoras.

Contrariando suas próprias regras, Paulo foi ficar na casa do homem e passou dez dias mergulhado em uma relação intensa, repleta de conversas, beijos e muito sexo, que descreve como delicioso e mutuamente satisfatório. A conexão foi tão forte que Paulo questiona se não se apaixonou.

De volta à sua cidade, Paulo reflete sobre a experiência. Ele prefere não manter contato, por acreditar que um relacionamento não daria certo devido às suas diferenças (o outro homem é mais velho e centrado), mas valoriza profundamente a vivência.

Salum, o narrador, comenta a história com um misto de humor e cautela. Ele celebra o fato de Paulo ter se permitido viver uma experiência positiva e intensa, mas alerta para as armadilhas que o coração e, principalmente, o sexo podem pregar, aconselhando maturidade para aproveitar esses momentos sem se perder neles.

O texto termina com a ironia característica de Salum, já que sua intervenção foi mais de escuta do que de julgamento.

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