#NOMEUCONSULTORIO 59 – QUANDO O MACHO ALFA DOS ANOS 80 SE TORNA O “BOY” DO SÉCULO 21.

O texto narra a história de Samuel, um homem de 50 e poucos anos que, nos anos 80, era o estereótipo do “macho alfa” heterossexual, mas que na verdade sempre soube ser gay e vivia um personagem.
A trama central gira em torno do relacionamento secreto de Samuel com o Sr. S., um homem assumido. O problema é que Samuel mentiu sobre sua vida (dizendo ser casado) e não percebeu que o Sr. S. já o conhecia de longa data, inclusive através dos sobrinhos do próprio Samuel. Sua vida dupla foi descoberta.
A situação é complicada porque o Sr. S. é próximo da família de Samuel, evidenciando como a cidade é pequena e as aparências são frágeis. O texto termina destacando o impasse: Samuel não tem coragem de se assumir, e a relação só continua de forma esporádica quando o Sr. S. está solteiro. A história serve como um reflexão sobre as consequências de uma vida não autêntica e a difícil escolha entre a conveniência e a felicidade verdadeira.

#NOMEUCONSULTORIO 58 – CHEGA O SEU CASAMENTO E VOCÊ DESCOBRE QUE NUNCA TEVE ALGUNS AMIGOS.

O autor reflete sobre a natureza da amizade verdadeira a partir de um caso envolvendo seu amigo “Pedro”.
A Ideia Central: A verdadeira amizade é caracterizada pelo apoio incondicional, especialmente quando um amigo faz escolhas pessoais (como a escolha de um parceiro) com as quais podemos não concordar totalmente.
A mensagem final é que amigos de verdade respeitam as escolhas uns dos outros e desejam acima de tudo a felicidade mútua. Quem se afasta por não aprovar a pessoa amada pelo amigo demonstra que a amizade não era sólida. Pedro seguiu feliz ao lado de quem ama, sem aqueles “amigos”.
O texto termina com uma nota irônica, com o autor questionando os que duvidam de suas habilidades como “psicólogo” após dar esse conselho.

#NOMEUCONSULTORIO 57 – QUANDO A PESSOA FALA DEMAIS, ACABA COMENDO NO PRATO QUE CUSPIU. FALE MENOS, OUÇA MAIS E AJA MODERADAMENTE.

O narrador, Salum, recebe a visita de seu amigo Paulo, que está eufórico para relatar um romance intenso que viveu.

Paulo conta que conheceu um homem pelo Facebook e, mesmo desconfiado (já que não costuma se atrair por homens “malhados”), marcou de encontrá-lo em Porto Alegre. Para sua surpresa, a atração física e a “química” entre os dois foram instantâneas e avassaladoras.

Contrariando suas próprias regras, Paulo foi ficar na casa do homem e passou dez dias mergulhado em uma relação intensa, repleta de conversas, beijos e muito sexo, que descreve como delicioso e mutuamente satisfatório. A conexão foi tão forte que Paulo questiona se não se apaixonou.

De volta à sua cidade, Paulo reflete sobre a experiência. Ele prefere não manter contato, por acreditar que um relacionamento não daria certo devido às suas diferenças (o outro homem é mais velho e centrado), mas valoriza profundamente a vivência.

Salum, o narrador, comenta a história com um misto de humor e cautela. Ele celebra o fato de Paulo ter se permitido viver uma experiência positiva e intensa, mas alerta para as armadilhas que o coração e, principalmente, o sexo podem pregar, aconselhando maturidade para aproveitar esses momentos sem se perder neles.

O texto termina com a ironia característica de Salum, já que sua intervenção foi mais de escuta do que de julgamento.

#NOMEUCONSULTORIO 56 – ESSA COMPULSÃO SEXUAL PODE SER FUGA?

O texto explora a compulsão sexual como possível mecanismo de fuga emocional, usando o diálogo com “Miguel” como estudo de caso.
Conclusão: O texto é uma reflexão crua sobre como o sexo pode ser usado não apenas para prazer, mas como um analgésico para carências emocionais, levantando a questão sobre até que ponto isso é saudável quando começa a causar arrependimento e mal-estar.

#NOMEUCONSULTORIO 55 – SALUM, QUE HISTÓRIA É ESSA DE CAMINHO DA PERDIÇÃO?

O narrador inicia respondendo a uma brincadeira de um amigo sobre o “Caminho da Perdição”. Isso o leva a contar uma memória de verão em Florianópolis, onde usou uma estratégia ardilosa (derramar água “acidentalmente”) para conhecer um homem atraente (Cesar) na praia.
Essa aventura inicial, que ele compara a uma “BR de mão dupla” (cheia de idas e vindas), rendeu um namoro de meses que agora chegou ao fim, deixando-o sofrendo.
A partir daí, o texto muda de tom e se torna uma reflexão crítica, dirigida ao amigo Michel (e a muitas outras pessoas), sobre o medo de compromissos sérios. O narrador argumenta que:
• As pessoas buscam aventuras sem alicerce, fugindo de relacionamentos sérios e responsáveis.
• Elas romanticizam a ideia de ter um companheiro (“a bela camponesa”) mas não querem assumir as obrigações e ônus que vêm junto com os benefícios.
• Relacionamentos reais envolvem rotina, desgaste, conflitos de humor e diferenças – é nessas horas difíceis que se mede o verdadeiro “gostar”.
• Muitas pessoas desistem ao primeiro sinal de problema ou, pior, nem tentam mais se relacionar para evitar essa fase.
• A conclusão é uma escolha: acordar sozinho ou aprender a lidar com os “espinhos” (as dificuldades) para ter sempre “rosas” (o amor e a companhia).
Em essência: O texto é uma crônica que usa uma aventura amorosa bem-sucedida, mas temporária, como ponto de partida para uma crítica sobre a dificuldade das pessoas em assumirem relacionamentos sérios com todas as suas responsabilidades e desafios, preferindo o prazer imediato sem compromisso.

#NOMEUCONSULTORIO 54 – SÓ PARA OS ACIMA DOS 40, TRAIÇÃO CONSUMADA, E O ATO DA CAÇADA: PRAZEROSO OU PERIGOSO?

O texto é uma reflexão sobre a infidelidade e a dinâmica da sedução, usando a metáfora da caça.
Principais Pontos:
1. Duplo Padrão: O autor inicia questionando o porquê de a infidelidade feminina ser um escândalo, enquanto a masculina é muitas vezes tratada como um feito natural (“um tributo ao pênis”).
2. A Metáfora da Caça: O núcleo do texto compara o ato de seduzir a uma caçada. A personagem Stela (apelidada de “Diana”, a deusa da caça) é apresentada como uma “caçadora” astuta que busca “presas” (pessoas mais jovens, em seus 20 ou 30 anos) para obter prazer, adrenalina e autoestima.
3. O Prazer e o Risco: O autor descreve o ato de “caçar” como revigorante e delicioso, envolvendo estratégia, poder de sedução e a emoção do risco. No entanto, alerta que o maior perigo não está na “presa”, mas sim no próprio “caçador”.
4. A Armadilha Emocional: A mensagem central é um alerta: o verdadeiro risco é o caçador ser traído por seus próprios sentimentos. O que começa como “apenas sexo” pode se transformar em paixão, fazendo com que o caçador perca a razão, se torne vulnerável e se transforme na presa.
5. Conclusão: A caçada, por mais excitante que seja, tem um preço. O autor finaliza aconselhando cautela, pois nesse jogo de sedução, os papéis podem se inverter de forma imprevisível e dolorosa.
O texto explora a complexidade da infidelidade e da sedução através da alegoria da caça, focando no duplo padrão social e no perigo emocional que esse “jogo” representa para quem o pratica.

#NOMEUCONSULTORIO 53 – QUANDO VOCÊ FICA ESPERANDO COLHER OS ESPINHOS QUE PLANTOU, E ALGUNS… DÃO FLORES

O texto questiona a angústia causada por ditados populares fatalistas como “o mundo é redondo” e “cada um colhe o que planta”. O autor reconhece que essas frases podem gerar medo, ansiedade e uma culpa paralisante, focando apenas nas coisas ruins que plantamos.
No entanto, o autor propõe uma mudança radical de perspectiva. A principal mensagem é que a mesma lei universal que aplica para as coisas ruins, também se aplica para as coisas boas. Em vez de viver com medo da colheita futura dos erros, ele sugere: Focar no positivo: Lembrar que plantamos muito mais coisas boas do que ruins na vida. Assumir a responsabilidade e seguir em frente: Pedir perdão quando possível, arrepender-se quando não for, e parar de remoer o passado. Plantar novas sementes boas no presente: Procurar ativamente repetir atos bons com outras pessoas, cultivar novas amizades e viver momentos felizes. Aceitar a colheita inevitável: Se há espinhos para colher (consequências de ações passadas), devemos aceitar colhê-los, aprender com a experiência e então limpar o solo para semear flores (novas ações positivas).
A conclusão é um convite para substituir a ansiedade pela ação, focando em gerar bondade e energia positiva no agora, confiando que isso também retornará no futuro. O texto termina de forma irônica, com o personagem brincando sobre as dúvidas de que ele seja um psicólogo de verdade, reforçando seu estilo direto e descontraído.

#NOMEUCONSULTORIO 52 – QUANDO CHICO, AQUELE CRUSH, VOLTA.

O autor reflete sobre as dúvidas e medos de Miguel em relação ao amor, ao desejo e à abertura emocional. Ele encoraja Miguel a se permitir sentir, a confiar no processo de se envolver com alguém (Chico), mesmo que haja inseguranças e receios de julgamento.
O texto aborda temas como:
• A dificuldade de se entregar emocionalmente;
• O medo de ser vulnerável e de sofrer novamente;
• A importância de acreditar na própria felicidade e merecimento;
• A ideia de que oportunidades amorosas devem ser cultivadas com paciência e coragem.
No final, o autor brinca consigo mesmo, ironizando sua própria dúvida sobre ser psicólogo, enquanto oferece conselhos emocionais profundos e sensíveis.
A mensagem principal é um incentivo para viver o amor e o desejo sem medo, permitindo-se correr riscos emocionais, acreditar no outro e em si mesmo, mesmo que haja inseguranças no caminho.

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