FELICIDADE?

Este breve poema, “FELICIDADE?”, é um momento de insight e autoavaliação crítica. O eu lírico confronta a contradição entre o que ele sabe ser verdade e o que ele pratica.
Aqui está a essência da sua mensagem:
O poema parte de um ensinamento já conhecido: a felicidade é uma escolha e uma responsabilidade pessoal (“só nós podemos viver, só nós podemos querer”). No entanto, o próprio eu lírico se flagra repetindo um padrão antigo: sacrificar a própria felicidade em busca da felicidade de outra pessoa.
Ele se vê “mais uma vez no perder”, tentando “obter” ou “fazer” a felicidade alheia, algo que ele já sabe ser uma tarefa impossível e autodestrutiva.
A conclusão é uma lição aprendida pela experiência, um lembrete urgente consigo mesmo: “Não deixe a sua felicidade pela felicidade de ninguém”. É um aviso sobre os perigos do altruísmo excessivo e a importância de preservar o próprio bem-estar emocional. O poema, portanto, é sobre reconhecer um erro cíclico e firmar um propósito de mudança para quebrar esse padrão.

SEU OLHAR TRISTE

Um poema dirigido a alguém de “olhar triste” e “bom coração”, que sofre imerso em suas cores vivas e mágicas. O eu lírico questiona a origem da dor (uma perda, promessa ou paixão) e a exorta a erguer os olhos, buscar força nos arcanjos e libertar-se da tristeza. A razão final é revelada: a alegria daquela pessoa é vital, pois contagia e alimenta a alma, o coração e a magia de quem a observa. É um apelo pela restauração de uma luz compartilhada.

FACES DO AMOR

O texto descreve as múltiplas faces do amor — desde o amor familiar e de amizade até aquele que nasce dentro de nós e só faz sentido quando encontramos a “outra parte”.

A declaração principal é um amor incondicional: amar o outro exatamente como ele é, com qualidades e defeitos, acertos e erros, loucuras e responsabilidades.
O amor, aqui, não busca mudar, mas aceitar e celebrar a essência única do ser amado: “Amo você porque você é você!”.

PENSAR… QUERER… DESEJAR… ESTAR… PRESENCIAR… ESPERAR PARA VIVER.

Este é um texto que constrói uma declaração de amor progressiva e completa, usando uma sequência de verbos-chave para estruturar o sentimento. Em essência, o texto descreve o amor não como um simples sentimento, mas como um projeto de vida conjunto, construído com pensamento, vontade, desejo, presença, realização e esperança dedicados a uma única pessoa. É a definição de um amor total e dedicado.

MELANCIA

Que jogo de palavras encantador! Esse pequeno poema, “MELANCIA”, é uma peça lúdica e afetiva que brinca com os sons para construir seu significado.

Aqui está a análise do seu efeito:

Desmontando a Palavra: O poema começa desconstruindo “Melancia” em “Mel ansia”. Isso transforma a fruta em um sentimento: a ânsia por algo doce (mel).

Associação de Sons: A sequência “Melancia. Melão, cia.” cria um ritmo musical, como uma cantiga, ligando afetivamente as frutas pelo seu som.

O Clímax Afetivo: A linha final, “Meu amor… mia”, é a chave de tudo.

“Meu amor” direciona todo o jogo anterior para uma pessoa amada.

O verbo “mia” (de miar) é genial. Ele personifica o amor, dando-lhe uma voz doce, terna e suplicante. É como se o amor estivesse “miando” de carinho ou saudade.

Em resumo: O poema usa a brincadeira com as palavras “mel”, “melancia” e “melão” para criar uma atmosfera doce e lúdica, que culmina em uma declaração de amor terna e inventiva. É como se o falante estivesse tão cheio de um amor doce que ele transborda em um jogo de sons carinhosos, chamando seu amor de forma única e poética.

PORQUE TE AMO TANTO?

Este poema explora a complexidade de um amor obsessivo e contraditório, que é fonte simultânea de prazer e sofrimento.

Aqui está um resumo da sua essência:

O eu lírico questiona a natureza de um sentimento que ele chama de amor, mas que se manifesta como uma força opressiva e dolorosa. Esse “amor” não traz paz ou leveza, e sim um cansaço profundo, machucando e ocupando todos os seus pensamentos.

Ele se pergunta se isso é realmente amor ou uma obsessão perdida, um desejo tão intenso que chega ao ponto de “querer ser” a pessoa amada. A relação é descrita como uma fonte dupla de dor e prazer, que ao mesmo tempo machuca e alimenta.

O poema termimina com a pergunta central, sem resposta: “Porque te amo tanto?”. Esta interrogação resume o paradoxo de um sentimento que, mesmo causando sofrimento, se mantém inabalável e indispensável. É a constatação de um vínculo irresistível e autodestrutivo, do qual a pessoa não consegue — ou não quer — se libertar.

Este poema expressa um conflito interior profundo de alguém que, após tomar uma decisão importante com segurança, é agora assaltado pela dúvida e pelo medo.

Eis um resumo dos seus principais sentimentos:

A Insegurança Pós-Decisão: A pessoa se vê “emaranhado e confundido”, questionando-se se errou ou se precipitou em uma decisão que antes tomou com total certeza.

A Dualidade de Sentimentos: Apesar das dúvidas, há uma “convicta certeza” de que a decisão foi a melhor para a situação atual. O conflito não está na razão, mas na emoção.

A Verdadeira Natureza do Conflito: As dúvidas não são sobre a decisão em si, mas sim medos que surgiram depois. O principal medo é a perda de um “sentimento divino”—algo mais forte que amor ou amizade, uma ligação única entre duas almas.

O Medo Central: O temor não é egoísta. É o medo de que a decisão tenha colocado em risco a felicidade de ambos e possa romper uma ligação profunda e essencial. Há um pavor de que “pessoas que não podem se separar” sejam afastadas por uma “decisão rápida”.

Em essência, o poema captura o dilema entre a razão e a emoção. A mente sabe que a decisão foi correta, mas o coração teme o custo emocional de perder uma conexão rara e preciosa. É um lamento sobre o risco de se perder algo divino em nome de uma solução prática.

MEU MESTRE… O TEMPO

Este é um texto profundo e reflexivo que personifica o Tempo como um grande mestre da vida. A mensagem central é que o Tempo é o único professor capaz de nos mostrar o verdadeiro significado das experiências humanas.

Aqui está um resumo das principais lições que o autor aprendeu com o Tempo:

Humildade e Aprendizado Contínuo: O Tempo nos mostra que, por mais que saibamos, sempre há mais para aprender. A vida é uma escola infinita.

Cura e Superação: Toda ferida, por mais profunda que seja, tem um tempo para cicatrizar e cair no esquecimento.

Valor das Pessoas e Momentos: Algumas pessoas são passageiras, outras deixam marcas eternas. Momentos de felicidade intensa, mesmo que breves, são tesouros que nos sustentam nas fases turbulentas.

Natureza dos Sentimentos: Paixões ardentes se transformam em amor sereno. Tudo na vida emocional tem seu próprio ritmo e temporada.

Gentileza como Força: Enfrentar a vida com um sorriso e palavras gentis é mais poderoso do que qualquer arma ou grosseria. Essa é a chave para “derrubar inimigos”.

Aceitação e Tolerância: Aprendemos a gostar das pessoas como elas são, sem tentar moldá-las ao nosso jeito.

Humildade e Perdão: “Engolir sapos” e superar o orgulho são passos dolorosos, mas necessários para a evolução pessoal.

Foco no Positivo: Devemos cultivar mais as alegrias do que as tristezas.

Fé no Recomeço: O Tempo sempre oferece uma nova chance para recomeçar e acreditar.

A conclusão do texto é um ato de gratidão e compartilhamento: as lições mais valiosas vêm da paciente observação da vida, e o maior presente é poder dividir esse aprendizado com os outros. O Tempo, no fim, é o único sábio.

O MEU ACREDITAR

Este poema, “O MEU ACREDITAR”, traça uma jornada emocional do desencanto amoroso para a renovada esperança no amor.

Eis um resumo da sua evolução:

1. A Dor do Passado (Estrofes 1-4): O eu lírico começa revisitando uma ferida antiga. Ele fala de ter sido bloqueado, machucado e podado por um amor não correspondido. Essa dor o levou a se fechar, a desconfiar do amor, a não se entregar mais e a apenas observar o amor “se desfazendo” à distância, enquanto seguia a vida “sorrindo e sofrendo”.

2. A Virada de Página (Estrofes 5-8): No presente, surge um desejo forte de mudança. Ele declara que quer viver o amor novamente, mesmo que isso inclua a possibilidade de sofrer. O importante é “sentir o meu bem-querer” – ou seja, voltar a ter e expressar afeto.

3. A Nova Esperança (Estrofes finais): O poema culmina em um propósito claro: “Hoje eu quero acreditar”. Ele expressa a vontade de se libertar dos “medos” e “receios” do passado e a fé em um futuro onde o amor possa florescer novamente, permitindo que ele se apaixone e construa “longos caminhos” ao lado de alguém.

Em essência, o poema é sobre ressignificar a dor e escolher acreditar no amor outra vez. É a decisão consciente de não deixar que as experiências passadas impeçam a busca por uma nova conexão, cheia de entrega e esperança.

VOCÊ ME DESCULPA?

O autor, dirige-se diretamente ao seu leitor assíduo para se explicar por não ter publicado novos posts
Ele reconhece que falhou com a frequência esperada, mas justifica a ausência atribuindo-a a motivos diversos: profissionais, sentimentais e até banais. Assume sua condição humana e as limitações que dela decorrem.
Apesar do momento de pausa ter passado, ele retorna com entusiasmo, demonstrando vontade de se reconectar com o público e compensar a ausência com novos textos. Seu objetivo é reengajar os leitores, incentivando não apenas a leitura, mas também a interação por meio de críticas e comentários.
Em essência, o texto é uma mensagem de retorno e reconciliação com o público, marcada por tom pessoal, desculpas sinceras e a promessa de novo conteúdo.

você tem mais de 18 anos?

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