“Se me perguntarem qual o sentimento que considero mais bonito ou mais importante, vou abrir um sorriso e dizer: O correspondido!“
Bonito, né?
Na teoria, é lindo, mas e na prática?
O ser humano é muito bom em escrever e falar certas coisas, mas, quando precisa colocar em prática, mil desculpas surgem para justificar o que não aconteceu.
Me questiono: por quê?
Será que é por já ter se decepcionado com outra pessoa?
Medo de corresponder e se apaixonar?
Quer passar a impressão de que não está interessado?
Eu não sei, sinceramente não sei, mas também não serei eu o dono desta resposta, afinal, estamos falando do ser humano.
O que eu faria?
Bom, agora sim, posso responder por mim.
Se você se propõe a conhecer alguém, por mais machucado que já tenha sido, pelo menos um pouco da guarda você terá que baixar, afinal, é impossível só um estar disposto a conhecer.
Das vezes que me propus a isso, reconheço que, muitas vezes, baixei a guarda com cuidado, mas fui aos poucos permitindo que quem estivesse do outro lado se aproximasse.
Sim, as pessoas, às vezes, perdem alguém por não baixarem a guarda e chegam a ser deixadas no vácuo. Aliás, comportamento que nunca vou entender, afinal, não custa nada digitar que já volta, que vai sair ou até que não curtiu o papo.
De certa forma, é até questão de educação ou consideração pelo outro com quem estamos conversando. Dar uma explicação não é submissão ou fraqueza, é consideração.
Como o texto lá no início diz, o sentimento mais bonito e importante é o correspondido, e seja ele qual for — amizade, interesse em apenas conhecer, quem sabe em um futuro marido ou mulher, sei lá — afinal, os sentimentos são tantos.
Para você que realmente está disposto a viver, a experimentar o que a vida está lhe oferecendo, a decisão é apenas sua. Talvez um presente que a vida esteja lhe oferecendo e ao qual você não está dando a mínima atenção se perca no tempo por falta de cuidado. E o tempo, assim como é generoso e bondoso, pode ser cruel e levar esse presente para bem longe, para outra pessoa.
Eu, eu disse eu, digo:
Você realmente quer viver isso?
Quer se permitir amar e ser amado?
Respeitar e ser respeitado?
Cuidar e ser cuidado?
A decisão é só sua. Permita-se!