NOTA 25

Mantenha a calma, especialmente diante da grosseria. Nem toda provocação merece resposta, nem toda briga vale sua energia. Responder com tranquilidade demonstra maturidade e força interior.
Proteja sua paz e dignidade usando a inteligência para escolher onde investir seu foco. Quem tem autocontrole não se desvia do rumo da própria história.
O CAMALEÃO – DANILO AMADOR

O poema descreve Salum como um Camaleão — alguém que se camufla na multidão, mas que, para quem o conhece bem, revela um coração sensível, apaixonado e cheio de luz. O autor destaca que, apesar de poder “sumir” quando precisa, Salum aparece para quem realmente importa, afastando a solidão e conquistando confiança.
A dedicatória final expressa afeto e confiança: o autor entrega simbolicamente seu coração a Salum, reconhecendo que ele guarda suas chaves emocionais com cuidado, sem entregá-las a qualquer um.
É um elogio à complexidade e lealdade de alguém que sabe ser invisível para o mundo, mas presente e brilhante para os seus.
NOTA 24

Valorize e cuide enquanto há tempo, para não precisar aprender pela dor da perda, observando de longe o que antes lhe pertencia. A negligência, o esquecimento e o abandono são as sementes da falta que depois sentimos. No momento em que nos damos conta, o tempo já passou — e o instante, irrepetível, se foi.
RISCOS

O texto reflete sobre o medo que surge após experiências negativas repetidas — um “susto” que faz a pessoa parar e pensar: “De novo?”.
Diante disso, questiona como agir:
Se retrair como o caramujo ou a anêmona, que se recolhem diante do perigo?
Ou fugir como o cachorro que evita tudo que lembra a dor?
O autor contesta os conselhos superficiais de “se joga, se liberte, se apaixone” e afirma que quem tem cicatrizes profundas pensa duas vezes antes de se arriscar de novo, pois a queda pode ser mais dolorosa.
A conclusão é de cautela pessoal: cada um conhece seus próprios riscos e deve agir de acordo com sua história, sem seguir receitas alheias.
NOTA 23

Sua vida não é uma sequência de acasos. Cada encontro, partida, pausa e recomeço tem um propósito maior, e tudo, aos poucos, se encaixa e se harmoniza em um sentido mais amplo. Mesmo quando a lógica parece faltar, o caminho segue sendo construído.
Viver é entregar-se a esse fluxo — seguir sem todas as respostas, confiando que a vida conduz seus passos com uma precisão que só o tempo será capaz de revelar.
ONDE ANDA O AMOR?

O texto descreve o amor de forma poética e despretensiosa: como algo que vagueia por aí — descamisado, embriagado, largado —, sem endereço fixo, mas que pode, inesperadamente, chegar ao seu lado a qualquer momento, hoje ou amanhã.
É uma imagem que mistura abandono e esperança, sugerindo que o amor não segue regras nem aparências, mas pode surgir de repente, na sua forma mais simples e verdadeira.
NOTA 22

Você já é extraordinário, não pelo que ainda falta conquistar, mas por tudo que já superou: pelas batalhas silenciosas, pelas lágrimas contidas, pelas vezes em que quis parar, mas seguiu.
Sua trajetória não está “pela metade” — ela é a soma de cada queda, cada levantar e cada passo dado com medo. Você é coragem acumulada, resiliência em carne viva, uma história escrita a cada recomeço. Olhe para si com orgulho, não com falta.
#NOMEUCONSULTORIO 69 – A “SAFADEZA” VIROU DESCULPA PARA RESGATE DE OUTRAS ENCARNAÇÕES?

Uma mulher chamada Marina se envolveu com um homem que, mesmo assumindo o relacionamento publicamente, mantém outros envolvimentos (um “rolo” e encontros com prostitutas), justificando-se com argumentos como “karma” e “evolução espiritual”.
O conselho dado é que Marina deve terminar o relacionamento, pois ele a desrespeita e a impede de ser feliz. Ela é lembrada de seu valor — é inteligente, independente e merece algo melhor — e incentivada a amar a si mesma primeiro, libertando-se dessa situação que só a prejudica emocional e espiritualmente.
NOTA 21

Às vezes a vida destrói nossos planos e nos obriga a recomeçar do zero. No momento, isso causa dor, confusão e medo, mas, com o tempo, percebemos que era necessário.
Essas mudanças, mesmo que forçadas, são presentes disfarçados: muitas vezes a vida entrega mais do que pedimos, e o que parecia perda era na verdade preparação. Ela tira para ensinar, muda para fortalecer e quebra para que possamos reconstruir de forma mais sólida e alinhada ao nosso verdadeiro caminho.
O QUE EU ESCREVO

O autor reflete sobre como escrever é uma forma de expressão criativa, diversão e terapia, mas também pode gerar mal-entendidos. Ele explica que muitas pessoas interpretam os textos de forma literal, como se representassem totalmente a vida ou o caráter do escritor, quando na verdade a escrita muitas vezes parte de situações irreais, fantasias ou inspirações livres.
Usando exemplos próprios e o caso de uma amiga julgada por escrever um texto erótico, ele critica a hipocrisia de quem condena nas palavras o que muitas vezes pratica em segredo. A mensagem principal é que a escrita é um exercício de criatividade, não um retrato exato da realidade do autor, e que as pessoas deveriam ser julgadas por seus atos, não por suas obras de ficção.