NOSSO CORPOS

O texto retrata, de forma poética e intensa, o encontro de dois corpos em um momento de paixão.
Descreve o desejo, o prazer e a entrega física entre eles — desde o toque e o arrepio até o ápice e o relaxamento após o gozo.
Mais do que o ato sexual, o texto fala sobre a conexão entre dois seres que se encontram, se exploram e se completam, mesmo que apenas por um instante.

PERMITIR-SE

Este é um poema de incentivo e autoajuda que tem como tema central a abertura para a vida, o amor e as novas experiências.

Eis um resumo da sua mensagem principal:

O texto é um convite intenso para que o leitor “se permita” quebrar barreiras internas e viver de forma mais plena e autêntica. A ênfase está em um movimento duplo: tanto dar quanto receber.

Os principais convites são:
No Amor e no Relacionamento: Permitir-se amar, ser amado, conhecer o outro e se deixar conhecer verdadeiramente.

Na Experiência e no Risco: Permitir-se tocar, beijar, experimentar o novo e o desconhecido, mesmo aquilo que parece não dar certo.

No Crescimento Pessoal: Permitir-se mudar, aprender, dosar sentimentos e recomeçar quantas vezes forem necessárias.

Na Liberdade: Viver sem preconceitos ou pré-julgamentos, escolhendo o que é melhor para si e tendo a coragem de abandonar o que não faz mais sentido.

A mensagem final é de liberdade e autodeterminação: a vida é para ser vivida com coragem, abertura para o novo e a permissão interna para ser feliz, sem medo de recomeçar.

#NOMEUCONSULTORIO 64 – CHUPA PAU E NÃO QUER GUARDAR OS SAPATOS DENTRO DO ARMÁRIO POR CAUSA DE BACTÉRIAS

O autor relata que sua cliente, Daniela, tem uma “neurose” com a higiene de seus sapatos, recusando-se a guardá-los no guarda-roupa. Ele contrapõe essa aversão com um questionamento humorado, porém incisivo: se ela não higieniza os genitais (“paus”) que coloca na boca, por que tanta preocupação com os sapatos?

A partir dessa anedota, o texto desenvolve a seguinte tese:

Critica a Hipocrisia: Muitas pessoas têm “nojinho” seletivo (como com sapatos), mas ignoram completamente a higiene na hora do sexo oral.

Defende a Higiene Básica como Obrigatória: O autor defende que é perfeitamente razoável exigir que os genitais (“o parque”) estejam limpos e com seu “cheiro e gosto específicos” (não de sujeira) para qualquer atividade sexual.

Normaliza o Prazer com Consciência: Ele argumenta que, quando bem cuidados, os genitais têm seu próprio cheiro e sabor, e que práticas como o beijo grego não são “nojentos” quando a higiene é feita.

Encoraja a Assertividade: O texto apoia a atitude de recusar relações sexuais se a higiene do parceiro não estiver adequada, citando o exemplo de um amigo que mandou um homem embora por esse motivo.

A conclusão é um chamado ao bom senso: as pessoas deveriam aplicar o mesmo rigor de higiene que têm com objetos às partes do corpo que realmente colocam na boca durante o sexo. O tom é irreverente, direto e usa o humor para transmitir um conselho prático sobre saúde e consentimento.

PRA VOCÊ

Este é um poema lírico e romântico que expressa um amor profundo e incondicional. Aqui está um resumo da sua essência:

O eu lírico declara, em uma série de desejos hipotéticos (“Se eu pudesse…”), que faria de tudo pela pessoa amada. Ele descreve um amor que é ao mesmo tempo protetor, curativo e exuberante.

Os versos pintam um quadro de devoção total, onde ele seria:

Um guia e protetor (“no colo te carregaria”).

Um porto seguro (“no coração te guardaria”, “tuas feridas eu curaria”).

Uma fonte de alegria e paixão (“abraços você teria”, “meu amor explodiria”, “gargalhadas e alegria”).

A conclusão, “eu só seria… teu dia a dia”, condensa o sentimento de todo o poema: o desejo de uma união completa e constante, onde a sua própria existência se fundiria à rotina e à vida da pessoa amada. É a oferta de um amor que é cuidado, presença e alegria ininterruptos.

ME CHAMA E ME AMA

Este poema, “ME CHAMA E ME AMA”, é uma descrição intensa e sensual de um encontro amoroso, focada na fisicalidade e no desejo mútuo.

Aqui está a essência do texto:

Desejo Incontrolável: O poema pinta um cenário de paixão física avassaladora, onde o corpo do outro não dá sossego, mas provoca e atrai de forma quase irresistível.

Intimidade e Envolvimento: A cena é de muita proximidade e entrelaçamento (“me enrosca… entrelaça suas pernas às minhas”), mostrando um casal completamente absorvido um pelo outro.

Ação e Entrega: Os verbos são rápidos e consecutivos (puxa, beija, abraça, aperta, chupa), transmitindo uma sensação de urgência e ação contínua.

A Fusão de Afeto e Prazer: O verso final, “Me chama, me puxa, me chupa e me ama”, funde o ato físico (“me chupa”) com o sentimento (“me ama”), sugerindo que, nesse contexto, o amor se expressa através do desejo físico intenso e compartilhado.

Em resumo, o poema celebra a entrega total ao prazer e à conexão física, onde o chamado do corpo é, ao mesmo tempo, um ato de amor.

ESQUEÇA-ME

Este é um texto intenso e poderoso, um grito de libertação pessoal e sexual. Aqui está um resumo da sua essência:

O eu lírico clama pela liberdade total para explorar os seus desejos mais profundos e considerados “sórdidos” ou “baixos” pela sociedade, sem qualquer hipocrisia ou julgamento.

A mensagem central é uma rejeição violenta das convenções sociais que ele considera “podres” e limitantes. Ele vê essas regras como uma prisão que condena as pessoas a uma “vidinha fútil, sem emoções”.

O pedido final, “esqueça-me”, é paradoxal: ele vê no esquecimento e no desprezo dos outros a chave para a sua própria libertação. A indiferença alheia, neste contexto, não é uma rejeição dolorosa, mas a permissão para que ele finalmente viva e sinta com autenticidade, longe dos olhos censuradores.

SYLVAIN NORGET – TERAPIA DE CONFRONTO

Este texto apresenta o projeto artístico do fotógrafo francês Sylvain Norget, intitulado “O Projeto do Coelho Nu”.

Eis um resumo dos pontos principais:

A Técnica: O projeto é uma “terapia de confronto”, onde o artista se transforma no próprio objeto de seu medo para superá-lo. Neste caso, o seu pavor eram coelhos albinos.

A Obra: Norget se fotografou por anos, nu, usando uma máscara bizarra de coelho em diversas situações inusitadas, criando uma série de imagens homoeróticas.

O Objetivo: O texto defende que a nudez foi usada com sensualidade, bom humor e bom gosto para transformar algo perturbador (o medo) em arte. A intenção era enfrentar e personificar a fobia.

O Resultado: As 180 fotos se tornaram um livro, lançado na França em 2009. O texto conclui com um toque de humor, questionando se o artista realmente superou seu medo, mas brinca que “muita gente não teria o menor medo ‘deste coelhinho'”.

Em essência, o texto defende que a arte pode usar a nudez e o incomum de forma inteligente e criativa para explorar e confrontar os medos mais profundos.

PROCURA-SE UM AMOR

Este poema é um anúncio emocionado e detalhado do amor ideal que o autor busca. Ele vai além de uma simples lista de desejos, pintando um retrato vívido de um sentimento profundo e compartilhado. Em essência, o poema descreve a procura por um amor completo—que seja, ao mesmo tempo, paixão avassaladora e amizade sólida, loucura divertida e porto seguro.

FALANDO DE PROMISCUIDADE

Este texto é uma reflexão crítica e contundente sobre o termo “promiscuidade”. O autor desmonta o conceito, expondo seus vieses morais e hipocrisias sociais.
Em essência, o texto é um manifesto pela liberdade sexual sem julgamentos, defendendo que a forma como cada um vive sua sexualidade — desde que seja consensual e responsável — é uma decisão pessoal e não um indicador de caráter ou moral.

SÓ COM VOCÊ!

Claro, este é um poema lírico e romântico. Aqui está um resumo da sua essência:

O poema “SÓ COM VOCÊ!” é uma declaração de amor intensa e completa, onde o eu lírico expressa que sua existência e identidade estão fundamentalmente ligadas à pessoa amada.

A mensagem central é de completa sinergia e dependência afetiva. A alegria de viver, o sabor do beijo, o amor e o desejo só ganham sentido na presença do outro. O poema pinta um quadro de uma relação íntima e perfeita, feita de “sorrisos e abraços, carinhos e compassos”, que envolve o casal em um “depois” eterno.

A conclusão, “Eu existo pra te ter”, condensa o sentimento de todo o poema: o amor não é apenas uma parte da vida, mas a sua própria razão de ser.

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