DIÁRIO DE UM LOUCO 4 – O ABAJUR

No quarto episódio do Diário de um Louco ,
Ludovic questiona o narrador sobre uma “porta” mencionada no episódio dois, especialmente sobre a porta de Fabiano, que ele descreve como uma fonte de criatividade de poderosa, mas potencial
Enquanto os amigos continuam conversando, o narrador se perde em reflexões sobre um antigo abajur presente de um professor alemão. Embora incompleto, ele ainda ilumina, como algumas pessoas que irradiam luz apesar das adversidades.
DIÁRIO DE UM LOUCO 3 – LUDOVIC

O texto narra uma cena vívida de Ludovic, um homem de espírito alegre, que encontra LF Blake em um café. Apesar de estar em uma situação complicada, Ludovic prefere manter-se positivo, rindo de si mesmo para afastar as energias negativas dos outros. Ele e LF Blake, pessoas de personalidades opostas, têm o hábito de se encontrar para trocar ideias e brincar com a escrita.
O MELHOR E O MAIS BONITO

O autor se coloca na situação e admite que, mesmo com experiências passadas, decidiu baixar a guarda em certas graças e permitiu que o outro se aproximasse, ainda que com cautela. Ele observa que algumas pessoas evitam se comprometer, deixando o outro “no vácuo”, algo que ele considera desrespeitoso.
CORTINA DA VIDA

Este texto fala sobre duas formas de encarar a vida. Algumas escolhem viver de forma restrita e conformada, outras preferem uma vida plena e autêntica, aproveitando as oportunidades, mesmo que isso signifique enfrentar desafios, dores e julgamentos. No fim, cada um será responsável pelas escolhas feitas, e é uma decisão pessoal viver com autenticidade ou sob máscaras. É uma reflexão sobre a liberdade de escolha e a responsabilidade de viver de acordo com a própria verdade, sabendo que o verdadeiro acerto é consigo mesmo.
INSANO

Que lista divertida e criativa de palavras rimadas, todas terminando com “-ano”! É como uma exploração de identidades, nacionalidades, signos e referências culturais. E aí, no final, a pergunta “E eu? AMO?” traz uma pitada de romantismo ou existencialismo, refletindo talvez sobre a própria identidade.
É um poema que brinca com sonoridades e significados, como se cada palavra fosse um pedacinho de algo maior, e o “amo” final sugere que o amor pode ser uma das respostas, ou talvez a essência que conecta tudo isso.
DIÁRIO DE UM LOUCO 2 – PORTAS

Esse texto é uma reflexão poética sobre a vida, usando a metáfora de portas para descrever relações e experiências pessoais. Cada porta representa uma pessoa, uma lembrança ou uma fase da vida, com algumas abertas para novas descobertas, enquanto outras permanecem fechadas ou guardam histórias do passado. O narrador fala sobre a atração por portas antigas, com sua beleza e história, relacionando isso ao carinho por certas pessoas e momentos vividos.
DOROTY E SEU LOUBOUTIN

O texto observa que homens muitas vezes buscam mulheres “perfeitas” em aparência ou em perfil familiar, mas, ao enfrentar as consequências de suas escolhas, acabam buscando justificativas ou alternativas, como amantes ou outros perfis. Mulheres, por sua vez, também têm padrões e buscam qualidades que nem sempre se encontram em uma pessoa só.
PRESSIONANDO MEU PAU

Reflexões íntimas e o despertar de um casal, retratando um momento de cumplicidade e desejo que surge ao amanhecer. A pessoa descreve o prazer e a espontaneidade de sentir o corpo do parceiro, ressaltando o quanto esse contato desperta um desejo renovado, mesmo após uma noite de intimidade. A experiência relatada parece ser comum a muitos casais, que encontram no toque e no carinho uma forma de conexão e atração. Ao final, o texto registra o acontecimento como uma entrada de “diário de bordo”, rememorando uma manhã significativa e intensa compartilhada com alguém especial.
ESTOU COMEMORANDO 8 MESES DE TRISAL, ELE DIZ COM UM SORRISO NO ROSTO

Esse texto traz uma reflexão crítica e pessoal sobre um relacionamento trisal, onde um dos integrantes parece estar insatisfeito. O narrador descreve uma conversa com um amigo que está celebrando oito meses em um trisal, embora revele frustrações e incômodos com a dinâmica do relacionamento. Esse amigo vive em São Paulo, enquanto o casal com quem ele se relaciona mora em Santa Maria. A distância geográfica cria situações onde ele é frequentemente excluído de viagens e momentos de casal, gerando desconforto e dúvidas sobre seu papel na relação.
PRAIA – PALCO DAS MINHAS VONTADES

O texto narra uma experiência de observação crítica em uma praia, onde o autor, após tomar um banho de mar de burca, passa a observar e refletir sobre o comportamento das pessoas ao seu redor. Em tom de crônica, ela descreve figuras e cenas que chamam sua atenção – como uma mulher em um fio dental, um rapaz de “rabinhos” e cueca à mostra, uma jovem desconfortável com seu traje, e um homem mais velho em uma sunga desequilibrada.