PARIS… PARIS… PARIS…

O poema expressa o encantamento por Paris — suas tardes acinzentadas, luzes, aromas e o clima de paixão que envolve as pessoas pelas ruas, especialmente à luz da lua. A cidade é descrita como um lugar onde o amor flutua no ar.
Apesar da magia parisiense, há uma forte saudade do Brasil. O eu lírico encerra com a esperança de um retorno definitivo: um dia voltar para rever, um dia ficar para viver — unindo, assim, o amor pelos dois lugares.
NOTA 45

O “ponto G da vida” é o momento em que você para de esperar a versão perfeita de si mesmo e começa a viver com a versão real — imperfeita, em construção, mas em movimento.
É entender que não precisa estar pronto para começar, nem perfeito para merecer. A vida não acontece na perfeição, mas no progresso: nos erros, nas tentativas, nos altos e baixos.
É nesse processo, sendo exatamente quem você é hoje, que a evolução realmente começa.
NOTA 44

O texto afirma que o amor que oferecemos ao mundo é um reflexo direto de quem somos. Nossos pensamentos, atitudes e emoções transbordam e moldam nossa realidade — iluminando ou escurecendo o caminho.
Por isso, é fundamental cuidar do que existe dentro de si. No fim, tudo o que você é será, de alguma forma, refletido no mundo ao seu redor.
SEU OLHAR TRISTE

O poema interpela alguém de olhar triste — um “homem de bom coração” — que parece carregar uma dor silenciosa, talvez causada por perda, promessa não cumprida ou paixão. O mundo ao redor é feito de cores vivas e alegria pulsante, mas ele permanece alheio, imerso na própria tristeza.
O eu lírico o convida a erguer os olhos, a se abrir à proteção dos arcanjos e a se libertar da amargura. Porque a alegria dessa pessoa é essencial — ela contagia, alimenta a alma e move o coração de quem a observa. Mais que consolo, o poema é um apelo à volta da luz, uma luz compartilhada.
NOTA 43

O texto redefine o que significa ser incrível: não está ligado à perfeição, mas à capacidade de superação. É sobre cair, levantar, enfrentar medos, aprender com os erros e seguir em frente com mais força.
Ser incrível é também se permitir viver o novo mesmo sem garantias, crescer no processo e evoluir a cada passo. No fim, o que importa não é nunca falhar, mas nunca desistir de si mesmo.
PENSAR… QUERER… DESEJAR… ESTAR… PRESENCIAR… ESPERAR PARA VIVER.

O poema constrói uma declaração de amor em seis verbos fundamentais que funcionam como etapas de um sentimento profundo e verdadeiro:
PENSAR na pessoa e imaginar uma vida inteira com ela.
QUERER compartilhar o passado, o presente e o futuro.
DESEJAR fazer o outro feliz e mantê-lo por perto, dia após dia.
ESTAR presente em todos os momentos — na alegria, na dificuldade, no simples e no intenso.
PRESENCIAR esse amor se tornar real.
ESPERAR PRA VIVER tudo isso única e exclusivamente com essa pessoa.
Mais que um sentimento, o amor aqui é um projeto de vida compartilhado, construído com entrega, presença e esperança ativa.
NOTA 42

O texto alerta contra o julgamento precipitado baseado em apenas uma versão dos fatos. Muitas pessoas distorcem a realidade para fazer com que outra seja vista como vilã.
Antes de tomar partido, é essencial escutar, observar e buscar entender todos os lados envolvidos. A verdade raramente está em uma única narrativa. Ter equilíbrio e discernimento é a melhor forma de evitar injustiças.
ENTRE IDAS E VENTOS

O poema expressa a angústia da espera e da incerteza em um relacionamento marcado pela ausência e por aparições repentinas. A pessoa amada oscila entre dizer que quer e desaparecer — como o vento ou a flor que cai e segue.
O desejo cresce, o medo segura, e o corpo anseia pelo toque, pelo beijo, pelo cheiro. Mas a pergunta final resume o vazio: “E cadê você? De novo…” — um coração velho e arisco que vagueia sem resposta, preso entre a esperança e a frustração.
ELO E MINÉRIO

O poema reflete sobre o fim de uma relação, usando a metáfora do minério e do elo — algo que pertence à terra, que foi apenas temporariamente compartilhado entre duas pessoas, mas que nunca foi propriedade de nenhuma delas.
O eu lírico aconselha: se o elo se rompeu, deixe-o ir e siga seu caminho. O tempo da união acabou, e ninguém é dono do outro. O que importa agora é reter as boas lembranças, as vivências e o que foi construído junto — o “nós” intenso, que agora se desfaz num “imenso mar vazio”.
A mensagem final é de desapego com afeto: fique com você, com as memórias boas, e permita que o outro siga — assim como você também seguirá.
NOTA 41

Sempre haverá quem comente, julgue ou observe você — por inveja, admiração ou qualquer outro motivo. Faz parte. Mas nem toda opinião merece espaço na sua mente.
Enquanto alguns falam, você segue construindo, evoluindo e fazendo seus planos acontecerem. Foque no seu caminho e no que realmente importa. Porque quem vive de opinião alheia não constrói nada — só assiste.