Comportamento

Comportamento sempre vai ser comportamento, mesmo quando somos traídos por ele, pelos nossos mesmo ou de pessoas que amamos, que convivemos, que são estranhos, que aos poucos… vão se revelando.

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COISAS SIMPLES

O texto valoriza a beleza das coisas simples da vida. Começa com uma frase em dialeto caipira que expressa orgulho por Bataguassu — um lugar que, para alguns, pode não significar nada, mas para quem vive ali pode valer tanto quanto Paris.

A mesma lógica se aplica às relações e momentos: um dia frio com cobertor, chocolate e boa companhia pode ser mais valioso que qualquer cenário sofisticado.

A mensagem central é que as melhores coisas e pessoas estão na simplicidade — e saber reconhecer isso é um grande aprendizado.

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VIAGEM CERTA

O texto reflete sobre a única certeza da vida: a morte — vista aqui não como algo ruim, mas como uma passagem inevitável, que todos farão, independentemente de qualquer condição. O que muda é a “bagagem” que cada um leva.

Muitos adiam a felicidade e negligenciam o que realmente alimenta a alma: carinho, amor, amizade, compaixão. Outros acumulam bens materiais, esquecendo que nada disso se leva.

A mensagem central é um convite à reflexão sobre o que realmente importa: “Só levaremos desta vida o que conseguirmos guardar no coração.” O resto fica.

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FACES DO AMOR

O amor tem várias faces…
Há aqueles que conquistamos, aqueles que nos conquistam.
Mas existe também o amor de pais, filhos, amigos e parentes…
E ainda tem aquele amor que nasce com a gente — e a gente não entende.
Ou melhor: só entende quando encontra a outra parte…
É assim com você.

Amo você!

Mas… eu te amo do jeito que você é: com qualidades e defeitos, com juízo e sem juízo, com coisas certas e erradas, com suas loucuras, com suas responsabilidades, com suas gargalhadas e com seus choros…

Amo você porque você é você!

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SOBRE SE ENXERGAR – COISA QUE NEM TODO MUNDO TEM CORAGEM

O texto critica a tendência de se ocupar com a vida dos outros para fugir da própria. Pessoas que dizem não ter tempo para si mesmas encontram energia e disposição para opinar, julgar e se envolver em assuntos alheios — o que revela mais sobre suas escolhas do que sobre sua falta de tempo.

Olhar para fora é cômodo e não exige responsabilidade. Já cuidar da própria vida exige silêncio, maturidade e coragem para enfrentar falhas e mudar de verdade. Organizar a vida dos outros é uma fuga; encarar o próprio reflexo, um ato de coragem que nem todos estão dispostos a desenvolver.

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MEU CAMINHÃO

O texto desconstrói o clichê “Você é muita areia pro meu caminhão” — geralmente dito por alguém que se sente inferior à outra pessoa. O autor recusa essa ideia: afirma que não existe “muita areia” para ninguém.

Se alguém se acha “areia demais”, na verdade não é a melhor areia. E se o “caminhão” se sente insuficiente, pode fazer duas viagens — ou seja, dar um jeito —, mas quem está sendo reduzido à “areia” não deve aceitar esse lugar. Melhor procurar outra carga.

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UMA PEÇA CHAMADA VIDA

O texto narra uma experiência simbólica: assistir a uma peça de teatro em que o ator principal era ele mesmo, e o tema era a felicidade. Durante o monólogo, compreendeu que só ele pode ser feliz por si mesmo — que sua felicidade depende apenas de si.

No fim, os aplausos vieram de uma única pessoa: ele próprio. A mensagem central é que não devemos buscar validação externa, mas sim nos aplaudirmos por nossa própria jornada. A felicidade é uma conquista pessoal e intransferível.

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A VIDA NÃO ESPERA

O texto é um lembrete direto de que a vida não para enquanto processamos nossas dores. Enquanto nos prendemos a decepções, mágoas ou tristezas, oportunidades e momentos bons podem passar despercebidos.

A mensagem central é: levante-se e siga em frente. A cicatriz fecha com o movimento, não com a paralisia. Remoer o que machuca só desperdiça energia e nos afasta do que ainda pode vir.

A vida não espera — e quem escolhe sorrir e continuar não se deixa derrubar.

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PENSAR… QUERER… DESEJAR… ESTAR… PRESENCIAR… ESPERAR PARA VIVER.

O poema constrói uma declaração de amor em seis verbos fundamentais que funcionam como etapas de um sentimento profundo e verdadeiro:

PENSAR na pessoa e imaginar uma vida inteira com ela.

QUERER compartilhar o passado, o presente e o futuro.

DESEJAR fazer o outro feliz e mantê-lo por perto, dia após dia.

ESTAR presente em todos os momentos — na alegria, na dificuldade, no simples e no intenso.

PRESENCIAR esse amor se tornar real.

ESPERAR PRA VIVER tudo isso única e exclusivamente com essa pessoa.

Mais que um sentimento, o amor aqui é um projeto de vida compartilhado, construído com entrega, presença e esperança ativa.

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TRAIÇÃO, DESEJO E HIPOCRISIA: UM DESABAFO MASCULINO

O texto questiona o conceito tradicional de traição, defendendo que amor e sexo podem ser experiências separadas. O autor critica a hipocrisia social que prega a monogamia, mas não a pratica, e defende a normalidade de desejos e fantasias — incluindo masturbação pensando em outras pessoas — sem que isso signifique trair o parceiro.

A ideia central é que a traição é subjetiva e deve ser definida dentro de cada relacionamento, com honestidade e diálogo. O autor argumenta que a sociedade reprime o instinto sexual humano, e que a culpa ou o ciúme muitas vezes nascem mais de inseguranças internas do que de uma quebra real de compromisso.

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É MEU

O texto discute a sensação de posse que surge em diversos tipos de relações — amorosas, familiares, de amizade e até virtuais — e questiona se isso é carência, egoísmo ou um comportamento social generalizado.

O autor argumenta que quase todos são, em algum nível, possessivos ou ciumentos, mesmo que não admitam, e que esse sentimento se intensifica quando se teme perder atenção ou afeto.

A reflexão final sugere que talvez não seja apenas ciúme, mas egoísmo disfarçado — um instinto de considerar algo ou alguém como “meu”.

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