HOMEM 100% HÉTERO, ESPÉCIME EM EXTINÇÃO

O texto é um relato reflexivo e bem-humorado sobre a observação de um homem considerado “100% hétero”, percebido como uma figura rara em extinção. A partir dessa observação, ela questiona o impacto das mudanças sociais e culturais nas relações de gênero e na masculinidade.

O MELHOR E O MAIS BONITO

O autor se coloca na situação e admite que, mesmo com experiências passadas, decidiu baixar a guarda em certas graças e permitiu que o outro se aproximasse, ainda que com cautela. Ele observa que algumas pessoas evitam se comprometer, deixando o outro “no vácuo”, algo que ele considera desrespeitoso.

CORTINA DA VIDA

Este texto fala sobre duas formas de encarar a vida. Algumas escolhem viver de forma restrita e conformada, outras preferem uma vida plena e autêntica, aproveitando as oportunidades, mesmo que isso signifique enfrentar desafios, dores e julgamentos. No fim, cada um será responsável pelas escolhas feitas, e é uma decisão pessoal viver com autenticidade ou sob máscaras. É uma reflexão sobre a liberdade de escolha e a responsabilidade de viver de acordo com a própria verdade, sabendo que o verdadeiro acerto é consigo mesmo.

DOROTY E SEU LOUBOUTIN

O texto observa que homens muitas vezes buscam mulheres “perfeitas” em aparência ou em perfil familiar, mas, ao enfrentar as consequências de suas escolhas, acabam buscando justificativas ou alternativas, como amantes ou outros perfis. Mulheres, por sua vez, também têm padrões e buscam qualidades que nem sempre se encontram em uma pessoa só.

PRAIA – PALCO DAS MINHAS VONTADES

O texto narra uma experiência de observação crítica em uma praia, onde o autor, após tomar um banho de mar de burca, passa a observar e refletir sobre o comportamento das pessoas ao seu redor. Em tom de crônica, ela descreve figuras e cenas que chamam sua atenção – como uma mulher em um fio dental, um rapaz de “rabinhos” e cueca à mostra, uma jovem desconfortável com seu traje, e um homem mais velho em uma sunga desequilibrada.

QUEM É VOCÊ?

O autor critica a superficialidade da sociedade, onde o julgamento é frequentemente feito com base no que é visível, ignorando o que realmente importa. Ele questiona por que as pessoas não olham para dentro de si mesmas, talvez por medo de enfrentar suas próprias imperfeições. Com ironia, o texto aponta para a hipocrisia daqueles que criticam os outros, mas não enfrentam suas próprias falhas.

COM O TEMPO

Texto sobre o processo de redescoberta, crescimento pessoal e conexão com a vida. Inicialmente, o personagem se encontra em um estado de apatia, onde os dias parecem iguais e sem graça. Com o tempo, uma nova perspectiva surge, simbolizada por uma planta que brota e cresce no ambiente. Ao observar o desenvolvimento dessa árvore, um personagem se envolve, cuidando dela e se alegrando com cada nova folha.

VOCÊ ESTÁ FELIZ?

Esse texto reflete uma profunda reflexão sobre a felicidade e as inseguranças que podem nos proteger de viver plenamente. O autor começa descrevendo um momento íntimo em que alguém pergunta se ele está feliz, mas em vez de simplesmente responder, ele se defende com uma pergunta. É uma reflexão bonita sobre o valor de se abrir para a felicidade e aceitar que merecemos viver momentos felizes, celebrando a simplicidade.

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