DE VOLTA, A CHAVASCA

O texto é uma continuação humorada sobre os apelidos femininos (as “chavascas”) e, agora, também sobre os apelidos dados ao pênis.
Pontos principais:
Reação do Público: O autor relata que o texto anterior sobre “chavascas” fez sucesso e que recebeu feedback de leitores.
Crítica e Novo Desafio: Uma leitora o acusou de ser “preconceituoso” por não ter escrito também sobre os apelidos masculinos, defendendo que as mulheres têm o mesmo direito de dar apelidos aos órgãos genitais.
Exploração de Apelidos Masculinos: A partir dessa provocação, o autor começa a listar e brincar com os apelidos que descobriu através de amigos e amigas:
Citados no texto: Jhonny Love, Bilau, Leleca.
Novos Apelidos Femininos: O autor complementa a lista anterior com novos termos enviados por amigas:
Citados no texto: Peka, Cheirosa, Popoca, Toca da Sucuri, Pão d’Água.
Tom e Estilo: O texto mantém o tom descontraído, cheio de humor e ironia, especialmente com a repetição do apelido “Dirce” para o órgão feminino, que o autor acha particularmente engraçado.
Em resumo, o texto expande a brincadeira inicial para incluir os apelidos masculinos, mantendo o foco na leveza e no humor com que as pessoas nomeiam a sexualidade no dia a dia.
MINISTRO DA SAÚDE RECEITA SEXO

O texto comenta, de forma humorada e crítica, a declaração do Ministro da Saúde sobre a prática sexual ser recomendável.
Pontos principais:
Crítica ao Tabu: O autor critica a forma como o sexo é tratado como um “assunto proibido” ou algo anormal, quando, na realidade, é uma prática comum e saudável.
Humor e Ironia: O texto usa tom descontraído e piadas (como o trocadilho com a palavra “meter”) para abordar o tema.
Normalização: A ideia central é que o sexo deve ser visto como algo normal, relaxante e prazeroso, e que recomendações como a do Ministro ajudam nessa normalização.
Referências: O texto também menciona a famosa frase “relaxa e goza” da ex-ministra Marta Suplicy, lembrando como declarações assim costumam causar polêmica.
Aceitação Pessoal: O autor, brincando com sua própria idade, afirma que vai seguir os conselhos dos ministros para cuidar da saúde.
Em essência, o texto defende que o sexo seja tratado com naturalidade, sem os estigmas sociais ou religiosos que ainda o cercam.
#NOMEUCONSULTORIO 61 – SALUM, CONHECI ALGUÉM E ACHO QUE ESTOU APAIXONADO, DIZ ELE SAINDO DA SALA

Este é um perfil psicológico profundo e sensível sobre Michel, um homem de 39 anos que está enfrentando uma crise existencial após um término de relacionamento traumático.
Aqui está um resumo da análise:
Quem era Michel (antes da queda):
Uma pessoa intensa, destemida e sem orgulho, que sempre viveu os amores e desejos de forma plena.
Um “namorador” serial, que raramente ficava solteiro e preferia estar em um relacionamento.
Entregava-se aos relacionamentos como se fossem o último, sem medo de se declarar ou correr atrás do que queria.
O Evento Traumático:
Ele se apaixonou profundamente e acreditou ter encontrado o “amor para sempre”, mas foi traído e profundamente machucado (a “bicha truqueira”).
Pela primeira vez, ele caiu em um luto profundo, chegando a acreditar que a culpa era dele.
Quem Michel é hoje (o impacto):
Com medo e blindado: Ele criou uma “casca grossa e densa” para se proteger, afastando inconscientemente novas possibilidades de amor.
Em negação e luto: Ele diz que está bem e focado em outras coisas, mas suas ações mostram que ainda está se recuperando do trauma há seis meses.
Perda da coragem: O homem destemido que corria atrás do que queria agora evita riscos reais, buscando relacionamentos “confortáveis” e de baixo comprometimento (como com pessoas que moram fora).
Paralisia emocional: Ele até tentou resgatar um amor antigo, mas não teve a coragem de se declarar como faria no passado.
A Conclusão e o Fio de Esperança:
O texto conclui que Michel, assim como muitas pessoas, precisa de tempo para cicatrizar feridas tão profundas.
Apesar da blindagem atual, a análise termina com um lampejo de esperança: o próprio Michel anuncia que conheceu alguém e pode estar se apaixonando, sugerindo que as portas do seu coração estão começando a se abrir novamente.
Em resumo: A história é um retrato comovente de como um coração destemido pode ser paralisado pelo medo após uma grande decepção amorosa, e uma reflexão sobre a necessidade do tempo próprio para se curar e, quem sabe, se permitir amar novamente.
FELICIDADE ALHEIA

Este texto é uma reflexão contundente sobre a inveja e como ela se manifesta diante da felicidade alheia. Aqui está um resumo dos pontos principais:
Ideia Central: O autor expressa indignação com a tendência das pessoas de invejar e tentar sabotar a felicidade dos outros. Ele parte do impacto causado por uma frase que ouviu: “Não grite felicidade, pois a inveja tem o sono leve!”.
A Crítica: O texto condena a “pobreza” do ser humano que, em vez de se alegrar com as conquistas alheias (como um novo emprego ou relacionamento), reage com fofocas, insinuações e hipocrisia.
A Consequência: O autor argumenta que o tempo gasto tentando estragar a felicidade dos outros é um prejuízo para o próprio invejoso, pois é um tempo precioso da própria vida que é desperdiçado.
O Posicionamento Pessoal: Ele se coloca na posição oposta, declarando que fica genuinamente feliz com o sucesso e o bem-estar das outras pessoas.
As Frases de Impacto: O texto se estrutura em torno de duas frases principais que resumem a mensagem:
“Não grite felicidade, pois a inveja tem o sono leve!” (um alerta sobre a necessidade de discrição para se proteger).
“A felicidade alheia incomoda invejosos e incapazes.” (uma afirmação de que a inveja muitas vezes nasce da própria frustração e incapacidade).
Em resumo: É um desabafo sobre como a inveja é uma reação comum e tóxica à felicidade dos outros, e um conselho para que as pessoas não percam tempo próprio se preocupando com a vida alheia, focando, em vez disso, em suas próprias jornadas.
DE AQUÁRIO

Este poema captura a essência de um encontro intenso, mas fugaz, marcado pela dualidade entre a paixão do momento e o distanciamento protetor.
A Cena do Encontro:
O poema começa com uma cena íntima e sensual: corpos dançando, olhares e sorrisos trocados, e o toque procurado em um ambiente de inverno (cachecol, boina). O eu lírico pede um abraço, destacando o conforto e o prazer do contato.
A Explosão de Desejo:
A paixão é descrita com intensidade quase feroz, usando verbos como “viajo, deliro, enlouqueço, mordo”. Há um senso de urgência e um “louco desejo” que faz o eu lírico percorrer o corpo do amado.
O Distanciamento e a Proteção:
O clímax do poema está no seu final. O eu lírico não foge por culpa, mas por autopreservação. Ele evita deliberadamente “o trem da paixão”, uma metáfora para um sentimento mais profundo e duradouro que, ele prevê, chegaria “de mansinho” apenas para “dilacerar meu coração”.
Em resumo: O poema narra a história de uma noite de intensa conexão física e emocional, que é conscientemente interrompida ao amanhecer. O afastamento não é por falta de prazer ou desejo, mas sim um mecanismo de defesa para evitar a dor que uma paixão mais profunda e inevitável traria consigo. É um retrato de alguém que valoriza a liberdade e se protege da vulnerabilidade que o amor exige.
A resposta é consoladora: seu verdadeiro eu não está perdido, mas foi eleito por Prometeu (o titã da mitologia que roubou o fogo dos deuses para os humanos), associando-o a qualidades divinas como pureza, beleza, magia e alegria.
O poema termina com um apelo emocionado para que o menino trague a alegria de volta aos seus olhos, encerrando com uma mensagem de esperança e encorajamento para reencontrar a luz interior.
Em resumo: Uma reflexão sobre a tristeza e a perda da essência criativa, que usa a mitologia para transmitir uma mensagem de reconforto e a crença na recuperação da alegria interior.
COITO INTERROMPIDO

O texto é um relato erótico e nostálgico sobre um encontro sexual interrompido durante uma festa.
Contexto: O narrador, uma pessoa com mais de 50 anos, relembra a situação, mais comum na juventude, de um “coito interrompido”.
Cenário: Uma festa chique (“ÚNICA”), com todos vestidos de preto, em um local magnífico com jardins.
Conexão: O narrador descreve uma atração intensa e imediata por outra pessoa (“Você”), com beijos e um tesão palpável no ar.
Clímax: O casal se retira para os jardins, onde, aproveitando a iluminação que os esconde parcialmente, começam a fazer amor com muita paixão e urgência.
Interrupção: No auge da excitação, quando a razão já se perdeu, eles são repetidamente interrompidos por pessoas passando perto ou procurando o mesmo local nos jardins.
Conclusão: A situação de “coito interrompido” se concretiza, deixando a tensão sexual sem resolução.
Em essência: É a descrição de um desejo intenso e mutuo que, apesar de quase ser consumado, é frustrado por interrupções externas, revivendo uma experiência comum da juventude.
A MIM

Este é um poema erótico que expressa um desejo intenso e íntimo. Aqui está um resumo da sua essência:
O poema “A MIM” é uma declaração sensual e visceral de desejo físico, onde o eu lírico expressa de forma vívida e corporal o que quer sentir.
Os principais desejos expressos são:
A proximidade total: “emaranhar-se” nos braços do outro e sentir o calor do seu corpo.
A conexão íntima: sentir o pulsar do coração do amado, que bate de emoção.
A exploração tátil: o toque das mãos percorrendo as costas e explorando o corpo.
A estimulação sensorial: a sensação da barba roçando em várias partes do corpo, num crescendo de intimidade.
O clímax da paixão: sentir essa paixão em “explosão”.
A liberdade do prazer: rolar junto na cama e, no auge do prazer, verbalizar sem reservas a intensidade do seu querer e a ansiedade em ter a pessoa amada.
Em resumo: É um quadro de pura entrega sensual, que celebra o desejo físico como uma linguagem de intimidade profunda, culminando na vontade de expressar verbalmente, no momento de maior vulnerabilidade e prazer, a força avassaladora desse querer.
#NOMEUCONSULTORIO 60 – TRANSAR COM ALGUÉM PENSANDO EM OUTRA PESSOA? PODE?

Este texto é uma reflexão descontraída e franca sobre sexualidade, liberdade e relacionamentos, a partir de uma pergunta provocadora. Aqui está o resumo estruturado:
1. O contexto:
Giovanna, uma pessoa tímida, faz uma pergunta constrangedora ao autor: “É certo transar com alguém pensando em outra pessoa?”.
2. A postura do autor:
Ele assume uma posição liberal, defendendo que o sexo deve ser livre, desde que haja consentimento.
Compara a situação com a masturbação, um ato solo onde a liberdade de pensamento é total.
3. A análise do problema:
Pensar em outra pessoa durante o sexo pode ser um sintoma de que o parceiro atual não está despertando o tesão necessário para o gozo.
É um sinal de que falta “pimenta” e inovação na relação sexual.
4. A solução proposta:
O autor defende que a solução está em três regras básicas para o sexo em casal:
Diálogo franco e verdadeiro.
Não se ofender com a sinceridade do outro.
Se permitir experimentar coisas novas.
A rotina sexual (“sexo papai e mamãe”) é apontada como a grande vilã que leva à falta de interesse e aos pensamentos em terceiros.
5. A conclusão principal:
O cerne da questão não é a “moralidade” de pensar em outra pessoa, mas sim o sinal de que algo falta na relação atual.
A solução é conversar abertamente, inovar na cama e quebrar a rotina para reacender o desejo dentro do próprio relacionamento.
Em última análise, o texto é um defesa da liberdade sexual e da comunicação aberta como pilares para uma vida sexual satisfatória e sem culpas.
O QUE PROCURAS?

Este poema explora a busca interior de um menino criativo que parece perdido e triste. O eu lírico pergunta o que ele procura com seu olhar distante, questionando se estaria à procura de seu “eu” perdido.
A resposta é consoladora: seu verdadeiro eu não está perdido, mas foi eleito por Prometeu (o titã da mitologia que roubou o fogo dos deuses para os humanos), associando-o a qualidades divinas como pureza, beleza, magia e alegria.
O poema termina com um apelo emocionado para que o menino trague a alegria de volta aos seus olhos, encerrando com uma mensagem de esperança e encorajamento para reencontrar a luz interior.
Em resumo: Uma reflexão sobre a tristeza e a perda da essência criativa, que usa a mitologia para transmitir uma mensagem de reconforto e a crença na recuperação da alegria interior.
TEU GUERREIRO, FEITICEIRO… TEU AMAR.

O poema é uma declaração de amor intensa e devoção total. O eu lírico se apresenta como um “guerreiro feiticeiro”, unindo a força combativa com a magia e o encantamento, cujos campos de batalha são tanto os reais (“batalhas”) quanto os íntimos (“travesseiros”).
Ele constrói sua identidade a partir de figuras mitológicas poderosas:
Apolo (deus sol da poesia e da luz) como seu guia.
Shiva (deus da transformação e da destruição criativa) como sua fonte de tranquilidade.
Prometeu (o titã que roubou o fogo para a humanidade) para representar sua entrega e sacrifício, acorrentado aos pés da pessoa amada.
A força do seu amor é comparada à “força das águas”, que é capaz de sustentar tanto as “loucuras” da paixão quanto a pureza de um beijo.
Em resumo: A mensagem central é a de um amor inescapável e poderoso, que é ao mesmo tempo uma batalha, uma magia, uma força da natureza e um destino, culminando na linha final que declara: “O meu destino é te amar, te amar…”