FOTOGRAFIAS

Este texto reflete sobre o poder emocional das fotografias, que são capazes de transportar-nos no tempo e reviver sensações, sentimentos, risos e lágrimas. O autor descreve como um simples pedaço de papel com formas e cores pode invadir nosso ser de maneira inesperada, despertando emoções profundas, desde alegria até saudade e dor.

Ao revisitar uma caixa cheia de fotografias, o autor experimenta uma mistura de sentimentos: as imagens trazem lembranças felizes e momentos importantes, mas também provocam uma certa melancolia ao lembrar que esses instantes já passaram. As fotografias são registros de experiências significativas, que marcaram a vida de quem as viveu, e servem como testemunhos de um passado que, embora distante, continua vivo na memória e no coração.

MESA POSTA COM COURO, CHICOTE E ALGEMAS

O narrador chega em casa em um dia de calor intenso e, ao entrar, percebe que seu parceiro está à sua espera em cima da mesa de jantar, vestindo um traje de couro provocante. Os dois se envolvem imediatamente em um encontro apaixonado e intenso, explorando o corpo um do outro com desejo e urgência. A relação sexual é descrita como selvagem e prazerosa, culminando em um clímax simultâneo e intenso. Após o momento íntimo, o narrador expressa gratidão pela surpresa e pelo reacender da paixão no relacionamento. Finalmente, os dois tomam banho juntos e saem para comemorar seu aniversário de casamento, reforçando o amor e a conexão entre eles.

AMENDOEIRA EM FLOR

Este poema é uma expressão de amor e devoção, utilizando a imagem da amendoeira em flor como símbolo de beleza e entrega. A voz poética floresce e se exalta apenas para o ser amado, oferecendo-lhe ramos de afeto e dedicação. A relação é retratada como uma troca de carinho e inspiração: dos ramos recebidos, a poeta cria flores e amores, transformando a beleza compartilhada em momentos de alegria, beijos e conexão profunda. O texto celebra a exclusividade e a intensidade de um amor que é fonte de vida e inspiração.

E AGORA QUE JUNTOU O APLICATIVO COM FETICHE? Sr. J

O narrador relata um encontro marcado por desejo, fetiche e criatividade após conversas com um homem atraente (Sr. J) em um aplicativo. Apesar de adiamentos, a conexão se manteve, e eles descobriram afinidades — como o amor por chocolate e a ausência de fetiches ligados a dor ou vestuários (embora o narrador tenha seus próprios interesses não mencionados ali).

JAKUTINGA

O texto é um manifesto vibrante e humorado sobre a pluralidade da mulher, que pode assumir inúmeras identidades — desde a “MORTADELA” até a “MULHER MARAVILHA”, passando por papéis como mãe, amante, professora ou a “ovelha negra”. Cada rótulo citado (mesmo os absurdos, como “Doutorado em BETACAROTENA”) brinca com estereótipos para destacar uma verdade central: ela é simplesmente o que é, sem precisar se encaixar em expectativas alheias.

#NOMEUCONSULTORIO 39 – SOBRE OS FETICHES DE EDUARDO

O autor brinca sobre não ser psicólogo, mas discute os fetiches de Eduardo, um urso (homem peludo e atraente), que menciona três desejos:
1. Transar com um padre – O autor acha polêmico, defendendo que padres deveriam poder se casar para ter mais vivência. Conta que já ficou com um padre sem saber inicialmente.
2. Transar com um casal heterossexual casado – O autor acha comum e sugere que muitos homens héteros usam essa dinâmica para explorar bissexualidade.
3. Atração por coroas (homens mais velhos) – O autor questiona se ele mesmo foi um fetiche de Eduardo.
No final, ele defende que fetiches são válidos se trazem prazer e provoca: “Se foi fetiche, vamos repetir – fetiches não podem ser abandonados!” Tudo com humor e sem julgamentos.

CORES DA MINHA VIDA

O poema é uma reflexão sobre a passagem do tempo e a efemeridade das coisas, mas também um hino à vivência plena. As cores radiantes da vida — simbolizando alegrias, paixões e conquistas — um dia se tornarão apenas memórias. No entanto, o eu lírico afirma com orgulho: “Vivi!”, celebrando a intensidade de sua existência.

GATO DA MADRUGADA

O autor relembra uma experiência sexual intensa e arriscada que teve no passado, marcada pela excitação da clandestinidade e da aventura. Tudo começa quando um conhecido médico, de plantão em um hospital, o chama. Movido pelo tesão, o narrador escala o prédio e entra sorrateiramente pela janela.
O encontro é ávido e prático: beijos, carícias e sexo rápido, aproveitando a privacidade do plantão. O narrador descreve com detalhes a atração pelo corpo peludo do médico, a preparação rápida (com camisinha e lubrificante) e o sexo anal intenso, culminando em um orgasmo potente.
Depois do ato, ele sai do hospital como entrou — furtivamente, como um “gato vadio” —, satisfeito e ainda sob o efeito da adrenalina da transa proibida. O texto mistura nostalgia, humor e sensualidade, celebrando a loucura momentânea de um encontro arriscado.

CHUVA QUE BANHA

O poema “Chuva que banha…” é uma reflexão poética sobre a inocência da infância e as transições da vida. A imagem do menino correndo pelos campos simboliza a alegria pura e a liberdade da infância, onde a chuva é vista como um elemento purificador que lava a alma e traz renovação.
À medida que o poema avança, a alma do menino cresce e enfrenta desafios, adquirindo cicatrizes que representam as experiências e dificuldades da vida. O contraste entre a leveza da infância e o peso das vivências adultas é poderoso, destacando como a inocência se transforma ao longo do tempo.
A chuva, que antes trazia alegria, torna-se também um símbolo de arrependimento e busca por perdão. A ideia de retornar a essa mesma chuva para encontrar alívio e leveza novamente reflete um desejo de reconciliação com o passado e a esperança de renovação, mesmo após a perda da inocência. O poema captura a complexidade das emoções humanas e a jornada de crescimento, ressaltando a importância de se reconectar com a pureza e a alegria que uma vez existiram.

MEU VIDA

O poema “Meu Vida…” é uma declaração de amor e uma busca pela completude emocional. O eu lírico expressa a esperança de encontrar alguém que represente a metade que lhe falta, alguém que traga alegria e carinho, simbolizando a conexão profunda entre duas almas.
As imagens evocadas, como o sorriso que alegra e o corpo que aquece, transmitem um desejo intenso de intimidade e união. A dualidade presente nas referências à “volta” e à “partida” sugere que o amor é um ciclo contínuo de encontros e despedidas, reforçando a ideia de que essa pessoa é fundamental para a experiência de viver plenamente.
A culminação do poema na afirmação de que essa alma será chamada de “VIDA” enfatiza a importância do amor e da conexão na construção de um sentido profundo e significativo para a própria existência. É uma celebração da entrega e da busca por um amor verdadeiro e incondicional.

plugins premium WordPress

você tem mais de 18 anos?

*Confira se o computador não é compartilhado com menores de idade.