PUTA QUE PARIU, QUE MERDA É ESSA DE VIDA QUE VOCÊ LEVA?
Este texto traz uma reflexão crítica sobre o preconceito e a falta de autenticidade na sociedade. O autor relata como vive seu estilo de vida “queer” de forma livre e sem incômodo pessoal, mas percebe que isso gera inquietação e preconceito em outras pessoas, especialmente as que mantêm uma postura liberal apenas em teoria. Ele questiona a preocupação alheia com a sua vida, ressaltando que seu modo de ser não interfere na vida dos outros. Para ele, quem critica ou se preocupa com a vida alheia, muitas vezes, não tem coragem de viver conforme seus próprios desejos e, em vez disso, se adapta a padrões impostos pela sociedade. No fim, ele desafia esses “covardes” a viverem com autenticidade ou, ao menos, a pararem de julgar quem o faz, fechando com uma expressão de indignação sobre a hipocrisia da sociedade.








