O QUE EU ESCREVO
O autor reflete sobre como escrever é uma forma de expressão criativa, diversão e terapia, mas também pode gerar mal-entendidos. Ele explica que muitas pessoas interpretam os textos de forma literal, como se representassem totalmente a vida ou o caráter do escritor, quando na verdade a escrita muitas vezes parte de situações irreais, fantasias ou inspirações livres.
Usando exemplos próprios e o caso de uma amiga julgada por escrever um texto erótico, ele critica a hipocrisia de quem condena nas palavras o que muitas vezes pratica em segredo. A mensagem principal é que a escrita é um exercício de criatividade, não um retrato exato da realidade do autor, e que as pessoas deveriam ser julgadas por seus atos, não por suas obras de ficção.









