Notícias do Salum

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O QUE EU ESCREVO

O autor reflete sobre como escrever é uma forma de expressão criativa, diversão e terapia, mas também pode gerar mal-entendidos. Ele explica que muitas pessoas interpretam os textos de forma literal, como se representassem totalmente a vida ou o caráter do escritor, quando na verdade a escrita muitas vezes parte de situações irreais, fantasias ou inspirações livres.

Usando exemplos próprios e o caso de uma amiga julgada por escrever um texto erótico, ele critica a hipocrisia de quem condena nas palavras o que muitas vezes pratica em segredo. A mensagem principal é que a escrita é um exercício de criatividade, não um retrato exato da realidade do autor, e que as pessoas deveriam ser julgadas por seus atos, não por suas obras de ficção.

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ME ENCANTAR

Este é um texto muito bonito e reflexivo. Aqui está um resumo do seu conteúdo principal:

O autor questiona o motivo pelo qual três amigos diferentes (“Gil”, “Cris” e “Lu”) o descrevem como uma pessoa “encantadora”, que transmite paz, confiança e inspiração, fazendo com que se sintam à vontade para se abrir completamente.

Ele fica sem graça e se pergunta “Por quê?”, insistindo que é uma pessoa normal com defeitos e qualidades. A reflexão central do texto gira em torno de uma pergunta crucial: será que o que falta é ele aprender a se encantar com si mesmo? Em essência, o texto é uma jornada de questionamento externo que leva a uma descoberta interior: a importância de reconhecer o próprio valor para, então, poder encantar o mundo genuinamente.

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E A ALICE, HEIN?

O texto é uma reflexão metafórica onde o autor se compara à Alice, mas em vez de cair no buraco do coelho, ele encontra seu próprio “País das Maravilhas” na escrita e na criação de textos.
O autor celebra ter encontrado seu próprio refúgio criativo – a escrita – onde pode viver aventuras, ser livre e expressar sua verdade mais pura. Ele conclui entusiasmado: “OBA! EU TENHO UM PAÍS DAS MARAVILHAS!”.

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AMANHECER

O texto parte da metáfora do amanhecer — um milagre diário de renovação oferecido por Deus, onde a natureza e os seres humanos se reciclam — para fazer um apelo emocional sobre o perdão e o recomeço.

A ideia central é que assim como a natureza se renova a cada dia, nós também temos a capacidade de nos renovar internamente. O autor defende que devemos usar essa oportunidade diária para:

Purificar-se e perdoar.

Entender que o perdão é o caminho para o crescimento, o amadurecimento e a verdadeira felicidade.

O texto argumenta que todos merecem uma segunda chance, pois os erros são cometidos por motivos como imaturidade ou medo, e cada pessoa é única em suas razões.

Por fim, o autor propõe um exercício de empatia: se você estivesse no lugar de quem errou, também gostaria de ter uma chance de recomeçar. A mensagem final é poderosa: ao dar uma segunda chance aos outros, você também está se dando a chance de se libertar e recomeçar.

A conclusão é um incentivo para que o leitor tenha um bom recomeço, tornando esse novo ciclo algo perfeito para si mesmo.

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EU VINHA PENSANDO

O texto é um fluxo de consciência que narra uma viagem noturna solitária de carro, capturando as observações, reflexões filosóficas, críticas sociais e humor intrínsecos do narrador enquanto ele conduz. É um retrato íntimo de como ele interage com o mundo ao seu redor e com seus próprios pensamentos.

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UMA VEZ… DE JANEIRO A JANEIRO

O texto é uma reflexão profunda e poética sobre o amor, suas intensidades e suas impermanências. O autor relembra uma promessa de amar alguém “de janeiro a janeiro” (ou seja, eternamente), mas reconhece que, na realidade, esse amor durou apenas de “abril a setembro”. Com o tempo, os ciclos se repetem, e o amor se reinventa em diferentes estações, mas nem sempre permanece.

Amar é descrito como um ato de entrega total, de transformar dor em alegria e de viver sem medo. No entanto, também significa aprender a deixar ir, a cuidar de longe e a aceitar que nem todos os amores são eternos. O autor questiona se as dores do amor valem a pena, se são “pétalas ou espinhos”, mas mantém a certeza de que seu sentimento foi verdadeiro.

Apesar das despedidas e das mudanças, o texto encerra com a persistência do amor—uma crença de que ele perdurará “até o mundo acabar”, mesmo que não mais da forma que um dia se imaginou.

Ideia central: O amor é intenso, mutável e muitas vezes passageiro, mas a experiência de amar—com toda a sua dor e beleza—é eterna em sua essência.

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AFINAL, O QUE EU VIM FAZER AQUI?

O texto reflete sobre a busca de significado na vida e as incertezas que surgem ao longo dela. A pessoa questiona as oportunidades que a vida oferece e como muitas vezes não conseguimos aproveitá-las da melhor maneira. Ela observa a complexidade das relações humanas e como as pessoas mudam, não necessariamente de forma negativa, mas evoluindo de maneiras que nem sempre compreendemos. Há uma constante reflexão sobre suas escolhas, sobre o que está fazendo certo ou errado, e o porquê das coisas não fluírem como esperado.

O autor também expressa uma sensação de solidão, especialmente ao se aproximar dos 53 anos, refletindo sobre os relacionamentos passados (como o casamento e a relação com os filhos) e se questionando sobre o que está por vir. Em um momento de vulnerabilidade, ele expressa o medo de estar sozinho, sendo tomado pela emoção, enquanto tenta entender o propósito de sua vida.

O questionamento central, “Afinal, o que eu vim fazer aqui?”, aponta para uma busca profunda por respostas sobre o seu papel e as razões por trás dos desafios e das mudanças que enfrenta.

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MEUS 18

Este texto reflete uma introspecção profunda sobre o tempo e a percepção da vida. O narrador compartilha suas emoções e pensamentos ao se aproximar de um momento de transição, talvez a morte ou uma grande mudança, sentindo uma ansiedade misturada com uma sensação de despedida. Ele descreve uma sensação recorrente, que começou na juventude, de pressentir o fim e a urgência de concluir tarefas, mas também a tranquilidade de que o momento será sereno e tranquilo. A nostalgia invade seus pensamentos, trazendo memórias de momentos passados e de pessoas queridas, como sua avó. O narrador também menciona que, apesar de ter escrito esse texto antes, não sabe se ele será compreendido ou julgado, mas sente que seu tempo está chegando ao fim, com o portão da transição diante dele.

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ISSO NÃO É UMA AMEAÇA

O texto descreve, de forma íntima e detalhada, uma fantasia romântica e sensual. A narrativa é feita de desejo e imaginação, focando em gestos afetuosos e em um ritmo lento para intensificar o desejo.

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PRESSIONANDO MEU PAU

Reflexões íntimas e o despertar de um casal, retratando um momento de cumplicidade e desejo que surge ao amanhecer. A pessoa descreve o prazer e a espontaneidade de sentir o corpo do parceiro, ressaltando o quanto esse contato desperta um desejo renovado, mesmo após uma noite de intimidade. A experiência relatada parece ser comum a muitos casais, que encontram no toque e no carinho uma forma de conexão e atração. Ao final, o texto registra o acontecimento como uma entrada de “diário de bordo”, rememorando uma manhã significativa e intensa compartilhada com alguém especial.

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